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Médico de Michael Jackson não deporá em sua defesa

Foto: AP
O médico de Michael Jackson, Conrad Murray, afirmou nesta terça-feira (1º) que decidiu não depor em sua própria defesa, durante o julgamento em que é acusado de homicídio culposo do rei do pop. "Minha decisão é a de que não vou depor sobre este assunto", declarou ao juiz Michael Pastor, durante um intervalo no julgamento que ocorre na Suprema Corte de Los Angeles, e que deve ser encerrado nos próximos dias. Murray pode ser condenado a até quatro anos de prisão se for declarado culpado. De acordo com a agência France Presse, a promotoria entende que o profissional, que recebia um salário mensal de 150 mil dólares por seus serviços, matou o paciente ao administrar um coquetel mortal de medicamentos para ajudar o cantor a dormir, sem controlá-lo por todo o tempo. A defesa tentou apresentar Jackson como um viciado em drogas desesperado, que se suicidaria com uma overdose acidental com ou sem a ajuda de Murray.

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