Investigações apontam culpados pela morte da juíza Acioli
Após um mês de investigações, foram decretadas as prisões temporárias do tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes e dos cabos Sergio Costa Junior e Jefferson de Araujo Miranda, ambos do Grupo de Ações Táticas do 7º BPM (São Gonçalo). As prisões foram decretadas neste domingo (11/9).
Eles estão presos na Unidade Prisional, o antigo BEP. O trio também é acusado da morte de Diego de Souza Beliene, de 18 anos, no Complexo do Salgueiro, São Gonçalo, em junho. Horas antes de ser executada, a própria juíza havia decretado as prisões. O inquérito da Divisão de Homicídios do Rio (DH) concluiu que um mês antes do assassinato de Patrícia, uma advogada telefonou para o cabo Jefferson Miranda.
Eles estão presos na Unidade Prisional, o antigo BEP. O trio também é acusado da morte de Diego de Souza Beliene, de 18 anos, no Complexo do Salgueiro, São Gonçalo, em junho. Horas antes de ser executada, a própria juíza havia decretado as prisões. O inquérito da Divisão de Homicídios do Rio (DH) concluiu que um mês antes do assassinato de Patrícia, uma advogada telefonou para o cabo Jefferson Miranda.
O assassinato do jovem de 18 anos, inclusive, foi o que motivou os policiais a assassinarem a magistrada. Segundo as investigações, a juíza iria incluir no processo do assassinato de Diego toda a guarnição do GAT que esteve no local, e por isso decretou a prisão dos seus assassinos, também envolvidos no homicídio no Complexo do Salgueiro no dia 3 de junho deste ano. Devido a isso, a juíza enviou ofício ao comando do 7º BPM para que fossem informados os nomes e identidades dos integrantes da guarnição do GAT que participaram da operação no Complexo do Salgueiro, em 12 de junho, um mês antes do assassinato.
No dia do crime, a advogada de um dos assassinos foi ao Fórum São Gonçalo, onde ouviu da própria juíza que a prisão de todos os envolvidos no assassinato do jovem Diego teriam suas prisões decretadas. Foi quando Daniel e Sérgio se deslocaram para o Fórum, de onde Patrícia Acioli saiu por volta das 23h15 em direção à sua casa onde foi executada.
As câmeras de vigilância do local mostraram que Patrícia foi seguida desde a sua saída do Fórum até a ponte do que dá acesso ao bairro do Tibau, onde os executores perceberam que Patrícia seguia para casa, local que Daniel e Sérgio já tinham estado um mês antes, e a ultrapassaram. Esperaram a magistrada atrás de uma Kombi e, quando ela chegou ao local, dispararam 21 tiros contra a porta lateral e janela do Fiat Ideia dirigido pela vítima.O grupo deixou o local calmamente e de lá cada um dos acusados seguiu para a sua casa.
Vários estojos e projéteis de calibres 38mm, 40mm e 45mm foram recolhidos pelos peritos da DH. De acordo com a Companhia Brasileira de Cartuchos, o lote foi vendido para a PM e parte destinado ao 7º BPM.
As câmeras de vigilância do local mostraram que Patrícia foi seguida desde a sua saída do Fórum até a ponte do que dá acesso ao bairro do Tibau, onde os executores perceberam que Patrícia seguia para casa, local que Daniel e Sérgio já tinham estado um mês antes, e a ultrapassaram. Esperaram a magistrada atrás de uma Kombi e, quando ela chegou ao local, dispararam 21 tiros contra a porta lateral e janela do Fiat Ideia dirigido pela vítima.O grupo deixou o local calmamente e de lá cada um dos acusados seguiu para a sua casa.
Vários estojos e projéteis de calibres 38mm, 40mm e 45mm foram recolhidos pelos peritos da DH. De acordo com a Companhia Brasileira de Cartuchos, o lote foi vendido para a PM e parte destinado ao 7º BPM.
