Judiciário pode incluir segurança como meta específica
Deve haver a inclusão, nas metas do ano de 2012, um item específico a respeito de segurança, conforme informe do secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o juiz Fernando Florido Marcondes. Ele é coordenador de uma comissão encarregada pelo ministro Cezar Peluso, presidente tanto do CNJ quanto do Supremo Tribunal Federal (STF), de acompanhar as investigações a respeito do assassinato da magistrada Patrícia Acioli.
De acordo com o secretário-geral, essa possibilidade de inclusão da segurança como meta específica do Judiciário é algo que vem sendo discutido desde o ano passado, ganhando força total com a morte de Patrícia. As metas do ano seguinte devem ser definidas em novembro, durante a nova edição do Encontro Nacional do Judiciário. "A segurança não é só para a magistratura, mas para a população que vai ao fórum em busca de justiça", afirmou Marcondes. Ele ainda ressaltou que a necessidade de segurança é algo para todos os cidadãos. "Hoje é um juiz, amanhã pode ser um jornalista assassinado", ressaltou.
