Entidades cobram contingente mínimo em greve
Ricardo Caribé, presidente da ABAT (Associação Baiana dos Advogados Trabalhistas), e em representação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional baiana, fez parte nesta última terça-feira (14) de uma reunião da Mesa de Negociação do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região. Tal encontro tratou a respeito da greve dos servidores que se iniciou no dia 1º de junho. Objetivou-se, desse modo, reunir membros da comissão criada para que fosse iniciado um canal de comunicação e entendimento entre as instituições envolvidas no movimento paredista.
Fazem parte dela a OAB-BA e a ABAT, o TRT5, com representação dos desembargadores Valtércio de Oliveira e Jéferson Muricy, a AMATRA, cuja representante foi a presidente da Instituição, Juíza Ana Claudia Scavuzzi, e o SINDIJUFE, representado pelo Coordenador Rogério Fagundes. Caribé, durante a reunião em questão, veio a reiterar a posição da OAB-BA e da ABAT, as quais respeitam o direito de greve dos servidores, embora entendam que seja imprescindível que se cumpra a Resolução Administrativa 22/2010, editada pelo TRT5.
Tal resolução estabelece que deve haver um mínimo de 60% dos funcionários do órgão durante a greve, fato que não tem ocorrido. Segundo informações do presidente da ABAT, o SINDIJUFE criou o compromisso de abrir as Varas do Trabalho fechadas, colocando servidores para expedir certidões, bem como para a instrução de pedidos de devolução de prazos, dada a impossibilidade de acesso aos autos do processo.
