Pecuarista é acusado de matar líder de movimento
O pecuarista de iniciais A.F.M. teve sua liminar em Habeas Corpus (HC) negada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio. O ruralista fora denunciado pelo Ministério Público sob a acusação de ter encomendado a morte do líder do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Anilton Martins da Silva O objetivo da defesa era o adiamento da sessão de julgamento pelo Tribunal do Júri de Recife (PE) até o Supremo decidir a respeito do mérito do Habeas Corpus (HC). O ativista foi assassinado no dia 27 de outubro de 2005 enquanto estava no posto de gasolina “Pau Ferro”, em Itaíba, no estado de Pernambuco.
Testemunhas afirmaram que ele se encontrava em seu carro no momento em que dois homens se aproximaram em uma moto. Um deles disparou a arma, matando Anilton. O pecuarista contesta uma decisão da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ-PE). A decisão determinou que ocorresse o desaforamento do júri da Comarca de Águas Belas para a capital de Pernambuco. O parquet alegara que o corpo de jurados da comarca era suspeito dada a influência política da famíla de A.F.M.
