Novas regras de reprodução assistida

Foi publicada hoje, quinta-feira (6), no Diário Oficial da União (DOU), resolução que dispõe sobre novas regras de reprodução assistida. Várias são as mudanças trazidas pela nova resolução, desde a possibilidade de pais gays ou solteiros terem a capacidade de aproveitar o procedimento até reprodução assistida após a morte com a utilização de material biológico preservado em temperaturas muito baixas.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou que não há qualquer violação do Código de Ética Médica no caso de haver a reprodução assistida após a morte do sujeito, desde que haja prévia autorização da pessoa. Tal resolução representa nada mais do que uma adaptação do CFM às novas demandas sociais e à evolução tecnológica.
Mas nem tão vanguardistas foram as modificações ocorridas. Alguns limites foram impostos, como nos casos de gravidez múltipla quando se tenta eliminar um dos embriões. Admite-se que tal seria como um verdadeiro aborto. É impedido também que se tente selecionar características específicas da criança, como o sexo ou cor dos olhos ou da pele. Há uma limitação ética para a tecnologia.
