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Corregedor afastado acusado de vender decisões judiciais diz que vai recorrer ao STF

Por Rafael Albuquerque


O corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Roberto Wider, que está afastado do cargo, anunciou nesta quarta-feira (27) que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle do Judiciário. Roberto Wider foi afastado, por unanimidade, pelos conselheiros do CNJ sob a acusação de favorecer o lobista Eduardo Raschkovsky, que é acusado de vender decisões judiciais em troca de vantagens financeiras.

Além do afastamento, o CNJ abriu um processo administrativo disciplinar para investigar o favorecimento ao lobista. Wider informou por meio de uma nota que respeita, mas não concorda com a decisão do CNJ. As principais provas colhidas pela corregedoria do conselho foram as nomeações sem concurso de dois advogados para titulares de dois cartórios e a suposta retaliação contra uma tabeliã que teria deixado de repassar parte do faturamento ao escritório do sogro de Raschkovsky.
Com informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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