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Dinailton Oliveira fala sobre candidatura a presidente da OAB-BA e critica a atual gestão

Por Rafael Albuquerque

A coordenação do “Movimento OAB Atuante” hoje lançamento da candidatura de Dinailton Oliveira à presidência da OAB-BA, no salão de eventos (3º andar) da Casa do Comércio, na avenida Tancredo Neves, às 20h. Para saber a expectativa para o lançamento, a Coluna Justiça entrou em contato com Dinailton, que aproveitou para falar das realizações de sua gestão na OAB-BA: “Desenvolvemos a campanha denominada ‘Justiça Pra Valer’, ocasião em que os advogados e a sociedade foram às ruas denunciar a alarmante deficiência de estrutura do Judiciário Baiano, prejudicial ao exercício da cidadania e da advocacia. Conseguimos, junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a celebração do convênio entre o CNJ e os 3 Poderes do nosso Estado, para que, dentro de um prazo de 180 dias, os técnicos do CNJ levantassem as necessidades estruturais do Judiciário Baiano e, em decorrência, os 3 Poderes implementassem as medidas recomendadas e necessárias para tornar o nosso Judiciário célere e eficiente”. E aproveitou para criticar a atual gestão: “Lamentavelmente, a gestão atual da OAB/BA, que deveria cobrar a execução do convênio assinado, fez o inverso: requereu o arquivamento do processo no CNJ, frustrando as expectativas e esperanças de todos, e deixando clara a submissão de nossa Entidade aos que não têm interesse em ver o nosso Judiciário célere e eficiente, e disso se beneficiam”.


Questionado sobre o que o levou a candidatar-se novamente à presidência da OAB-BA, Dinailton afirmou que “O desejo de recuperação e ampliação de todo um trabalho desenvolvido na nossa gestão (2004/2006), em proveito da advocacia em nosso Estado, motiva-nos a apresentar a nossa candidatura a um novo mandato, desta vez com mais experiência e com a mesma motivação”. O ex-presidente e candidato ao pleito deste ano, Dinailton Oliveira já falou sobre as metas a serem alcançadas: “Uma das grandes metas a alcançarmos é, sem dúvida, a restauração da igualdade do exercício profissional, dele escoimando privilégios com que se distinguem os denominados ‘megaescritórios’, em desproveito dos jovens iniciantes e componentes de pequenos escritórios que, desassistidos, mal conseguem enfrentar as enormes dificuldades que tanto os desestimulam e, não raramente, ferindo de morte um ideal que tanto acalantaram”. Para Dinailton, a situação degradante pela qual passa a maioria dos advogados precisa ser estancada. Por isso, seria indispensável que a diretoria da OAB agisse com altivez e coragem, assegurando aos colegas condições mínimas a que possam viver com dignidade o seu trabalho.

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