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Enquete: o que você acha dos mutirões no judiciário?

Por Rafael Lima

Em 1998, um amortecedor danificado ainda dentro do prazo de garantia, e que provocou um acidente de carro, levou Florisvaldo do Santos Xavier a entrar com uma ação na 1ª Vara de Defesa do Consumidor, atual 29ª Vara dos Feitos de Relação de Consumo, Cíveis e Comerciais, em Salvador, contra a empresa Tenneco Automotive Brazil Ltda. Há alguns dias, em uma das três mesas na 29ª Vara para a Semana Nacional de Conciliação, 11 anos depois do ocorrido, sob a condução da juíza Luciana Viana Barreto, a ação indenizatória, que poderia se estender por mais alguns anos, acabou com saldo positivo e emblemático do que o entendimento entre as partes pode trazer: acordo de R$ 180 mil. Essa audiência exitosa é apenas uma da muitas realizadas no estado durante a Semana de Conciliação. Os Tribunais de Justiça, inclusive da Bahia, de quando em quanto promovem mutirões para acelerar alguns preocessos. Apesar dos benefícios aparentes, há quem discorde dos chamados mutirões. A alegação é de que nessas ações não há observância dos princípios mínimos que norteiam todo o devido processo legal. Você concorda? Então aproveite para votar na enquete da Coluna Justiça.


Enquete: o que você acha dos mutirões no judiciário?


As opções são: Desnecessário; Um mal necessário; É inviável; É só um paliativo; Uma falta de respeito.


Não perca tempo e vote logo na enquete da Coluna Justiça!

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