Sub-Procuradora e ex-advogada do Banco Econômico não trabalha no polêmico caso
Um grupo de juristas que acompanha o caso do Banco Econômico sustenta que a sub-procuradora Joselita Cardoso Leão não deveria ter sido “destacada” para acompanhar o processo, já que foi advogada de Ângelo Calmon de Sá. Segundo os juristas, há elementos suficientes para ser declarada a suspeição da procuradora. Ao ter conhecimento das denúncias, na última semana, Joselita Cardoso Leão trouxe à redação do Bahia Notícias a documentação que comprova que seu vínculo com o Econômico foi quebrado em 31 de julho de 1998 e que, além disso, ela não trabalha no caso. A ficha de acompanhamento de processo extraída no sistema da Procuradoria Geral do Estado na última sexta-feira (14), realmente comprova que o processo foi distribuído para Caio Druso de Castro Penalva Vita. Toda a polêmica do caso gira em torno do fato da não cobrança de uma multa de R$ 70 milhões por parte do governo Wagner ao Banco.
