Pedido de liberdade de Cacciola continua aos cuidados do ministro Menezes Direito

Uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, não agradou muito aos advogados do ex-banqueiro Salvatore Cacciola. Pela decisão, o pedido de Habeas Corpus (HC 98145) de Cacciola deve continuar aos cuidados do ministro Menezes Direito. A defesa do banqueiro queria que o recurso fosse redistribuído por conta da licença médica do ministro, mas como o pedido formal só foi apresentado após o vencimento da licença, Mendes entendeu que não é o caso atender, já que o relator do caso vai reassumir as funções no próximo dia 3, quando encerra o período de férias. Isso vai postergar um pouco o processo do ex-banqueiro, que atualmente encontra-se em fase de apelação, o que, ao entender da defesa, daria condições de liberdade, já que os advogados ainda recorrem da pena calculada em treze ano de prisão, e o condenado possui ocupação lícita e endereço fixo, que representa todas as condições pessoais para responder em liberdade . Cacciola cumpre prisão num presídio do Rio de Janeiro pela condenação, em primeira e segunda instâncias, por gestão fraudulenta do Banco Marka e por corrupção de servidor público do Banco Central.
