Mara Maravilha lamenta e pede justiça pela morte de prima no interior da Bahia
Por Redação
A apresentadora e cantora Mara Maravilha manifestou-se publicamente nesta quarta-feira (29) para cobrar justiça pelo assassinato de sua prima, a advogada Cláudia Félix, de 51 anos. O crime aconteceu no dia 25 de julho, no município de Itororó, no sudoeste da Bahia, quando três homens armados invadiram a residência da vítima e efetuaram diversos disparos. Por meio de nota, a assessoria da artista destacou a crueldade do ato e informou que a família aguarda uma investigação das autoridades para esclarecer a motivação e a autoria do homicídio.
A assessoria da artista divulgou uma nota, na qual confirmou que Cláudia Felix era sua prima, afirmando que a advogada era sua confidente em assuntos familiares. "Sim, a Cláudia Félix era prima-irmã de Mara Maravilha. Como advogada, Dra. Cláudia Félix era confidente dos assuntos familiares de Eliemary Silva da Silveira; assuntos esses que, em momento propício, serão expostos. Por hora, obedecendo às orientações jurídicas, apenas nos cabe esclarecer que nos empenharemos para que tudo seja apurado de forma minuciosa, com responsabilidade. Comunicaremos todas as informações legais e prudentes", diz a nota.
O comunicado diz também que a Ordem dos Advogados da Bahia (OAB-BA), junto com a família, cobra justiça pela morte da advogada. "Agradecemos também a compreensão, interesse e o respeito de todos em relação às barbáries que a dra. Cláudia Félix sofreu, vindo a ser assassinada cruelmente. O luto é um processo único e não tem prazo. Respeito e empatia fazem toda a diferença", finaliza a nota.
De acordo com o que foi publicado pelo portal g1, a Polícia Civil está investigando que a família de Cláudia Félix vinha sendo ameaçada por um grupo que cobrava uma dívida que, segundo eles, foi contraída por um parente da advogada. A polícia descobriu que os criminosos chegaram a forçar a família a transferir dois carros como forma de pagamento, o que levou a família a registrar um boletim de ocorrência por extorsão antes do assassinato.
Também segundo a investigação, imagens de câmeras de segurança mostraram que os bandidos ficaram observando a casa da advogada nos dias que antecederam o crime. A Polícia Civil também revelou que Cláudia fez uma ligação para a Polícia Militar na madrugada em que ocorreu o crime, logo antes de homens armados invadirem sua residência e dispararem várias vezes contra ela. A advogada morreu no local, e os suspeitos fugiram.
A OAB-BA e a Subseção de Itapetinga classificaram o assassinato como um "bárbaro homicídio" e solicitaram rapidez nas investigações junto à Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que ainda busca esclarecer a autoria e a motivação do crime.
