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Avó de MC Ryan SP se defende após ser apontada como laranja em esquema de lavagem de dinheiro

Por Redação

Foto: Instagram

Vera Lúcia Santana, avó do cantor MC Ryan SP, preso sob suspeita de envolvimento em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, se defendeu após ser apontada como suspeita de ser laranja no negócio.

 

Sócia do Bololô Restaurant & Bar, Vera usou as redes sociais para falar sobre a associação e de forma breve compartilhou uma montagem com fotos dos presos e pediu “liberdade para todos”.

 

De acordo com a Polícia Federal, a sociedade de Vera com o neto foi criada para lavar o dinheiro do esquema, que supostamente teria ligação com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

 

A avó do artista teria assumido o negócio após o funkleiro ser alvo de buscas e apreensões por supostos vínculos com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e participação em rifas ilegais.  Dona Vera teria desempenhado um papel fundamental de blindagem patrimonial e dissimulação societária dentro da organização criminosa.

 

"Peça de mescla absorvendo aportes físicos (“cebola” da facção) sob escudo alimentar, transferida à avó após investigações para possivelmente resguardar lucros ‘limpos’", afirmou a investigação.

 

Entre abril de 2024 e outubro de 2025, o restaurante movimentou mais de R$ 30 milhões, algo que para as autoridades é incompatível com o porte do negócio. Nesse mesmo período, a empresa também teria transferido R$ 257,4 mil a Tiago em menos de dois meses. 

 

“Tiago é considerado liderança do esquema, gestor estratégico e de decisões operacionais. Referido como ‘Pai’ por Ryan. Transaciona os fundos de alto risco, injeta em mescla, saca capital lavado de restaurantes da família e efetua consumos paralelos.”

 

Segundo a PF, após passar pelo caixa do estabelecimento e ser misturado às receitas reais, o dinheiro era redistribuído já com aparência lícita. Vera não foi alvo de mandado de prisão, mas o restaurante é alvo de sequestro de valores e bloqueio patrimonial

 

A Polícia Federal ainda apontou que o cantor teria lavado um valor equivalente ao lucro da venda de mais de três toneladas de cocaína.