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Gilmar Sampaio, referência do balé e da cultura afro-brasileira na Bahia, morre aos 71 anos

Por Redação

Foto: Divulgação

O bailarino, coreógrafo e educador Gilmar Sampaio, reconhecido como uma das principais referências do balé na Bahia e com forte atuação na valorização da cultura afro-brasileira, foi encontrado sem vida nesta terça-feira (21) em seu apartamento, vítima de causas naturais.

 

Integrante do Balé Teatro Castro Alves (BTCA) por mais de três décadas, ele também tinha papel de destaque na comunidade religiosa como Asogba da Casa do Mensageiro.

 

Em nota, a instituição lamentou profundamente a perda. “Sua partida representa uma perda imensurável para todos nós. Foi uma figura de máxima importância na condução de nossa casa, dedicando sua vida com compromisso, sabedoria e generosidade”, diz o comunicado.

 

A entidade acrescentou que o legado deixado por ele permanecerá vivo “em cada ensinamento, em cada gesto e na memória de todos que tiveram a honra de caminhar ao seu lado”. Na cena artística, Gilmar transitava entre o balé clássico e as danças afro-brasileiras, além de atuar como cantor em espetáculos do BTCA e como formador de novos artistas.

 

A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult) destacou que sua morte deixa “uma lacuna irreparável no cenário da dança baiana”.

 

A diretora artística do Teatro Castro Alves, Rose Lima, afirmou: “Gilmar era uma pessoa excepcional, um bailarino e coreógrafo brilhante que soube transcender o momento dele como bailarino para também se tornar aquele que preparava outros artistas com uma dedicação genuína ao ensino. Dava aulas incríveis. Um cara múltiplo, que somava à dança a sua voz maravilhosa. É uma tristeza profunda para todos nós que convivemos com sua arte e sua amizade”.

 

Ainda não há informações sobre o sepultamento.