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Flavinho homenageia colegas do pagode e fala sobre superação após incidente com trio: “Fiquei muito mal”

Por Laiane Apresentação / Leonardo Almeida

Foto: Ednei Cunha / Bahia Notícias

O cantor Flavinho, vocalista do Pagod’art, afirmou que decidiu homenagear amigos e colegas da música usando camisas estampadas com fotos de artistas do pagode e do axé. Em entrevista concedida ao Bahia Notícias antes da apresentação do grupo no Circuito Campo Grande neste sábado (14), o artista também contou que ficou “muito mal” após problemas com o trio elétrico no Furdunço.

 

Sobre as homenagens, segundo Flavinho, a iniciativa surgiu como forma de reconhecer trajetórias próximas e valorizar nomes da música baiana. Ele também explicou que a ideia é ampliar as homenagens ao longo dos dias de festa.

 

“O primeiro dia foi com Lincoln. Não, foi Guigui Falcão no primeiro dia. Ontem foi Lincoln. E hoje, cheguei na avenida já com a camisa do Bruno Magnata, na caixa dos peitos. Daqui a pouco estarei na Liberdade. Tenho mais uma surpresa lá, porque minha família é de Cidade Nova, meu compadre também é de lá, Alex Maxx. Tenho uma camisa que fiz para ele. Quando for à Liberdade, estarei com a camisa dele”, disse.

 

O cantor relembrou que já havia adotado iniciativa semelhante no ano passado, quando celebrou os 40 anos do Axé Music, e destacou que o objetivo agora é reforçar o sentimento de proximidade entre artistas e público.

 

“Pensei, por que não posso colocar a foto de um amigo meu? As pessoas me perguntam: ‘Flávio, de quem é essa foto?’ Eu digo que é de Bruno Magnata, de Lincoln, de Falcão. Então essa pessoa pode colocar a foto dele em vários lugares”, afirmou.

 

TRIO QUEBRADO
Durante a entrevista, o cantor também comentou o incidente envolvendo o trio elétrico no pré-carnaval e relatou que o episódio afetou seu estado emocional nos primeiros dias da festa.

 

“Ficamos preocupados, vemos um foco de trabalho, mas entregamos tudo ao tempo. Poderia ter sido pior. O trio todo organizado, vistoriado, tudo certo, mas graças a Deus não houve nada com ninguém”, disse.

 

Flavinho afirmou que precisou se reorganizar mentalmente para seguir com a programação carnavalesca.

 

“Foi só a parte mental. Fiquei muito mal, mas, com o carnaval chegando, graças a Deus, tudo se organizou”, declarou.

 

Segundo ele, a experiência fez com que repensasse alguns momentos da apresentação. Por fim, o cantor agradeceu o apoio recebido dos fãs após o ocorrido.

 

“Gosto de dançar fora do trio, disse: não, não vou mais, não vai ter. Este carnaval não pode ter mais nada. Vamos cantar, fazer festa e o povo se divertir. É importante que os foliões entendam que foi um incidente e estamos lidando com isso com a graça de Deus. Aquilo já passou. Vamos fazer nosso carnaval e agradecer o carinho de quem se preocupou conosco”, concluiu.