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VÍDEO: Esposa de Pedro Bial relata assalto ao lado da filha na porta de casa

Por Redação

Foto: Instagram

A esposa do apresentador Pedro Bial, Maria Prata, de 46 anos, usou as redes sociais para fazer um desabafo após sofrer um assalto na porta de casa, em São Paulo.

 

Na legenda, Maria descreve o ocorrido. Segundo a esposa do jornalista, tudo aconteceu a luz do dia, enquanto ela estava com a filha caçula do casal, Dora, de apenas 5 anos.

 

"Essa imagem sem som que vemos repetidamente no feed: uma câmera de segurança, um motoqueiro de capacete e mochila de entregas, uma arma, alguém sendo assaltado na rua. Agora esse alguém era eu. Com minha caçula colada em mim. E com som, que não sai da minha cabeça. Não estava com celular na mão. Não estava “dando bobeira” num “lugar perigoso”. Estacionei o carro em uma rua residencial (fofa, de casinhas geminadas, na Lapa) e estava andando 20m até a casa para onde íamos."

 

Apesar do nervosismo, Maria afirmou que tentou ser o mais rápida ao atender ao pedido do criminoso, por medo de toda situação ao lado da filha. Segundo a esposa de Bial, o assaltante chegou a questionar se ela era policial.

 

"Você é polícia?!' Ele passou a mão na minha cintura pra ver se eu tava armada. Repeti a senha [do celular]. Finalmente abriu. Ele revirou a bolsa, pegou meus cartões e saiu", disse.

 

Um dos maiores medos de Maria, além de que algo ruim acontecesse, era de que a filha percebesse a arma do assaltante. 

 

"Dora não viu a arma, não entendeu o que tava acontecendo por um motivo óbvio: ela sequer sabe que isso acontece. Entramos na casa, fomos acolhidas por muitos amigos. Entreguei Dora pro Pedro, que estava lá, e desabei longe dela. Só ali, pelas conversas, caras e perguntas, ela sentiu o baque. Chorou, ficou com medo, “quero ir pra casa, mamãe”. Chegou polícia, depoimento. Horas de telefonemas cancelando tudo."

 

Ao chegar em casa, a esposa de Bial afirmou que a filha questionou por diversas vezes o que tinha acontecido e que está com trauma de toda situação.

 

"Estamos bem, têm coisas muito piores, o pesadelo poderia ser outro. Mas a vida é mesmo um sopro. Um movimento errado e o desfecho poderia ser outro, como já foi com tanta gente. Passamos as férias dedicados a mostrar para nossas filhas o Brasil mais sensacional que há. Hoje, o pior do Brasil nos atropelou."