Curtas e Venenosas da semana
Por Natália Comte

* Queria pedir desculpas ao Sr. Windson Silva, por ter me referido a ele como cabeção. Tomei o maior esporro! Mas, achei que cabeção era o apelido dele. Eu juro, Windson, que não vou mais te chamar de cabeção.
* Por falar em cabeção, soube que Mayra, ex-assessora do seu grupo (Cheiro de Amor), agora é editora do Axezeiro.
* Por falar em Axezeiro, Alex Lopes está fazendo falta, pois gostava quando destilava seu veneno. Tínhamos algo em comum: a maldade. O Axezeiro e o Holofote têm que ter cuidado para não virar site de releases...
* Por falar em maldade, ela está personificada na pessoa de Léo Gordo. Depois que saiu da sociedade do Camarote Casa D’Itália, Léo está sugerindo à ABT que os trios parem de tocar no Quartel dos Aflitos. Sendo assim, acaba o camarote da Casa D’Itália.
* Léo Gordo vem a ser Léo Góes, do Axé Mix. Fez redução de estômago e está magro. Mas porque chamamos ele de Léo Gordo? Eu respondo: porque apesar de estar magro, sua alma é gorda e ainda não conseguiu se encaixar num corpinho magro.
* Nunca imaginei que Paulinho Góes, primo do gordo/magro, fosse dar pro Mercado Financeiro. O homem agora é dono de corretora de valores e só anda de paletó e gravata.
* Inveja saudável – eu não vou negar que estou morrendo de inveja de Marrom na Itália.
* Bafafá no Baby Beef – Só faltou Liana Cardoso sexta-feira no Baby Beef, 11 da noite, quando um empresário desqualificou e acuou um apresentador de peso. Me deixe viu...
* A produção do “No Ar” disse a este site que o programa não terá semelhança com o Pida e com o Mosaico. Então deve ser sobre aviação ou asa delta... Desculpe, eu estava errada.
* Samba eu, você e sua avó. É assim que deveria ser chamada a banda, de tanto tempo que vem patinando na praça e não anda.
