Eliminado do Masked Singer, Marcelinho Carioca é desmascarado duas vezes pela web
Por Bianca Andrade
Depois de Sidney Magal como Dogão e Renata Ceribelli como Brigadeiro (relembre aqui), foi a vez de descobrir a voz por trás da fantasia de Coqueiro no 'The Masked Singer Brasil'.
O ex-jogador Marcelinho Carioca, de 49 anos, foi o terceiro eliminado da competição na última terça-feira (24), após perder a disputa para o Astronauta em sua segunda apresentação da noite para o público, porém, terceira do programa inteiro.
Em seu discurso de eliminação, o ídolo do Corinthians, que foi anunciado por Taís Araújo como "seu crush de adolescência", se emocionou ao falar sobre a oportunidade de cantar no palco da Globo.
"Se um filho de um gari chegou, venceu no esporte e na educação, qualquer pessoa pode chegar! Mas tem um lance inusitado, nunca cantei na vida, não passava uma agulha. Foi um negócio extraordinário na minha vida. Fiz aula de canto".
O depoimento do atleta chamou atenção do público pela contradição. Isso porque o ex-jogador já teve uma banda de pagode nos anos 1990, o grupo Divina Inspiração, onde dividiu holofotes com outro nome dos campos, Amaral.
A banda de "pagode gospel" foi um sucesso em seu primeiro momento, chegando a vender 120 mil cópias e a se apresentar em programas como o de Hebe, Eliana e o Planeta Xuxa.
No entanto, os compromissos do futebol acabaram atrapalhando o grupo e, pouco tempo depois, Marcelinho e Amaral precisaram deixar a banda.
Em entrevista ao UOL em 1999, o até então jogador revelou o motivo de ter criado a banda, uma forma de ajudar os amigos.
"Montei a banda para ajudar amigos que estavam desempregados, passando fome. Mas sou um homem do futebol. Agora, vou pensar apenas em jogar e voltar à seleção. A banda vai continuar sozinha".
