Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Entretenimento

Notícia

Juliana Paes considerou deixar a web após crises de ansiedade: 'A gente fica refém'

Foto: Reprodução / Instagram

Personagem de uma das grandes polêmicas do mundo dos famosos no último semestre (leia aqui), Juliana Paes considerou deixar as redes sociais para se dedicar apenas a saúde mental.

 

A atriz, que desde 2019 vem lidando com um quadro de ansiedade após episódios traumáticos entre eles a morte de sua cachorra de estimação, de 21 anos e a perda de dois tios, revelou ao jornal 'O Globo' que recorreu a terapia para o tratamento.

 

"Comecei a terapia há um ano. Entendi que tive um surto de ansiedade, depois, outras pequenas crises. Por lutos não vividos, estafa, o trauma com a voz, tudo que não digeri. E digerir é falar, né? A gente tem que poder falar sem ficar com vergonha. Chegar num ambiente de trabalho e dizer "hoje estou ansiosa, me ajuda?"."

 

Segundo a atriz, além do cuidado com um profissional, o afastamento das redes sociais foi ideal para que ela voltasse a ficar bem.

 

"Se pudesse, tinha dado uma desabilitada nas minhas redes. Mas hoje a gente trabalha com isso, mudou tudo, os contratos de publicidade já vem com isso, posts, stories, e gente fica um pouco refém. Se preciso divulgar algo de trabalho, peço a minha assessoria digital. Silenciei pessoas por questão de saúde. Interajo com pouca gente. Alguns assuntos estavam me machucando".

 

Ainda na entrevista, Juliana falou sobre a grande polêmica nas redes sociais envolvendo sua defesa a médica Nise Yamaguchi e afirmou que ficou desestabilizada com os ataques (relembre o caso).

 

"Fiquei instável, me desestabilizou. Pensei: "Fui respeitosa, não fui agressiva, o que pode ter feito surgir algo raivoso?". Talvez, tenha subestimado meu poder de opinião. Tomou uma proporção maior do que eu podia alcançar", disse.

 

A global fez críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro e voltou a afirmar que não tem um partido político.

 

"Se teve uma coisa que fiz foi apoiar a vacina. A gestão da pandemia foi desastrosa. Tudo foi resolvido no gatilho, no improviso. Mas adianta eu falar sobre isso todo dia? Cobrar os meus colegas? Até que ponto é eficaz na resolução do problema ou está gerando mais briga e polarização? Cada vez que se fala algo somos colocados de um lado da trincheira".

Compartilhar