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Ex-empresária de Pepê e Neném reclama dívida e acusa dupla de vender carro penhorado

Foto: Montagem / Reprodução / O Dia

Em meio a uma briga Judicial para o pagamento de dívidas contratuais, a ex-empresária das cantoras Pepê e Neném, Angelica Capelete, revelou em entrevista à colunista Fábia Oliveira, do O Dia, que um automóvel penhorado que pertencia a dupla acabou sendo vendido indevidamente. O carro, modelo Golf 2007, seria usado para o pagamento dos valores reclamados por ela. 

 

Diante da descoberta da venda, ciente da situação desde a última sexta-feira (24), Capelete informou que irá acionar os órgãos competentes para uma busca e apreensão do automóvel. "Como se vende um bem bloqueado judicialmente? Onde está o documento de compra e venda? Quem é esse comprador? Eu quero o que é meu de direito e eu ganhei esse automóvel na Justiça", disse a ex-empresária. 

 

Passando por dificuldades financeiras, Angélica disse estar há cerca de cinco anos e meio brigando na Justiça para receber o dinheiro acordado no contrato. Referente ao período de parceria, a ex-empresária alega que deveria receber 20% dos cachês de todos os trabalhos que ela conseguiu para Pepê e Neném. No entanto, desde quando as cantoras foram eliminadas do reality “A Fazenda 7”, da Record, em 2014, as irmãs não entraram mais em contato. 

 

“Pedi R$ 74 mil lá atrás com o processo de número 1003015-32.2015.8.26.0196 e, hoje, com juros e correção monetária chegaria aos R$ 100 mil. Bloqueei tudo que o foi possível durante esse tempo e consegui, além do carro, R$ 12 mil que ainda não me foram liberados porque elas entram com recursos alegando que esse dinheiro é de subsistência delas", detalhou Capelete. 

 

Revoltada com a situação, Angélica disse que não é beneficiária do auxílio emergencial e que, sem trabalho, por conta da pandemia, está se sustentando com uma pequena quantia que ainda possui. “Dei entrada na Justiça pedindo o carro para poder conseguir me manter e fui surpreendida. Cansei de esperar e agora vou até o fim. Não vou mais ponderar. Quero a prisão delas se for preciso. As pessoas tem que saber que não podem deixar de honrar seus compromissos. Contratos existem para serem cumpridos", completou. 

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