Live do BN: Marcos Pasquim admite incômodo por fama de 'ator sem camisa'
Por Júnior Moreira Bordalo
O ator Marcos Pasquim foi o convidado da Live do Bahia Notícias da tarde desta terça-feira (28). No papo, ao contrário de boa parte dos brasileiros, ele admitiu que não acompanhou as emoções finais do “Big Brother Brasil”. “Sei que a Thelma ganhou, né? Mas não vi”. O artista disse estar seguindo as normas do isolamento social para conter a propagação do novo coronavírus e que atualmente está com a família. “é bom que tem a família por perto. Ficar sozinho é muito ruim”, ponderou.
Com mais de 25 anos de carreira na TV, o global virou símbolo das comédias do horário das setes, especialmente em obras do autor Carlos Lombardi, como “Uga Uga” e “Kubanacan”. Por esta última, inclusive, levantou a bandeira para ver a reprise no Vale a Pena Ver de Novo. “Acho que Kubanacan seria muito legal. É uma novela enorme, com mais de 200 capítulos, mas que ainda conversa muito com o Brasil”, apontou.
Por conta desta dobradinha, virou um galã ao aparecer por muitas cenas descamisados. “Não era só eu. Tinha o Humberto Martins e os outros atores. Era a tônica do autor. Não chegava e pedia: 'Ah eu quero tirar a camisa' (risos). Era pela história. Estava escrito no roteiro”. Apesar de admitir que isso não incomodava, relembrou que pediu para que Lombardi dosasse a necessidade de aparecer sem roupa na série “Guerra e Paz”, em 2008.
Respondendo aos questionamentos dos fãs, disse estar solteiro. “Sofrendo, sozinho. É muito difícil. Os casados estão melhores que a gente”, brincou. E relembrou a luta contra a agorafobia – um transtorno da ansiedade. “É muito ruim. Não desejo ao meu pior inimigo. Mas a primeira coisa que entendi é que ninguém morre disso. Tratei e fiquei bem”, finalizou. Vale ressaltar que por problemas técnicos do Instagram, o BN não conseguiu salvar a live para disponibilizar. Porém, a equipe entrou em contato com a rede social para tentar solucionar a questão.
