'Primordial acrescentar tempero baiano no sertanejo de lá', diz Dan Valente sobre carreira
Por Júnior Moreira
Não é difícil perceber que o sertanejo é o ritmo da vez, inclusive na terra do Axé. Em um passeio rápido pelas “as mais tocadas” de todas as praças do país é constatável a predominância do estilo. Com isso, torna-se cada vez mais comum encontrar cantores baianos se arriscando nas famosas “modas”, inicialmente propagadas por uma série de duplas até o apogeu dos solos. Dan Valente é um desses. Com 15 anos de carreira – três à frente do projeto sertanejo -, o artista, já conhecido das casas noturnas de Salvador, acaba de divulgar sua mais nova música de trabalho, “Você Deixa”. “A canção fala de amor, porém numa pegada mais romântica. Tipo um pedido de namoro”, inicia. Em seguida, afirma que o povo nas ruas tem se identificado. “Várias pessoas mandando mensagens e elogiando. Já tivemos até pedido de namoro. Estamos muito felizes”, conta empolgado. Essa faixa vem em seguida da “Não Fico com o Ex”, responsável por abrir muitas portas para ele. “Foi uma surpresa. Pensamos em divulgar outra canção que fizemos com o Durval (Lelys), mas as pessoas começaram a pedir a ‘Não Fico com Ex’ e isso atravessou todas as outras e ficamos bem felizes, sabe?”, confessa.
Mesmo com toda dedicação, entende o tamanho do desafio em levantar a bandeira do sertanejo na Bahia. “É difícil, mas estou feliz porque o ritmo invadiu o Brasil todo. Eu sempre cantei sertanejo. Com três anos já imitava Chitãozinho & Xororó e Zezé Di Camargo & Luciano", relembra e completa: "Assim, os bares e as casas de show estão consumindo muito. Tenho feito shows por aí e não vejo rejeição. Hoje, faço parte da 2GB que é conhecida por ser uma das grandes empresas do Axé”, destaca. Quando perguntando como busca se diferenciar dos outros artistas, ele frisa: “Gosto de fazer algo mais para o dançante. Além disso, acrescento um pouco da nossa percussão e o pagode também. Acho que é primordial acrescentar o tempero baiano no sertanejo de lá e ficar com nossa cara”. E como parte da noção desse desafio, Dan levanta a importância das redes sociais na sua carreira. “É essencial para mim. O público gosta de ver o que estamos fazendo e isso aproxima muito, porém acho que tem que ser natural. Busco compartilhar coisas legais do meu dia. É sensacional”, expõe.
Mesmo com toda dedicação, entende o tamanho do desafio em levantar a bandeira do sertanejo na Bahia. “É difícil, mas estou feliz porque o ritmo invadiu o Brasil todo. Eu sempre cantei sertanejo. Com três anos já imitava Chitãozinho & Xororó e Zezé Di Camargo & Luciano", relembra e completa: "Assim, os bares e as casas de show estão consumindo muito. Tenho feito shows por aí e não vejo rejeição. Hoje, faço parte da 2GB que é conhecida por ser uma das grandes empresas do Axé”, destaca. Quando perguntando como busca se diferenciar dos outros artistas, ele frisa: “Gosto de fazer algo mais para o dançante. Além disso, acrescento um pouco da nossa percussão e o pagode também. Acho que é primordial acrescentar o tempero baiano no sertanejo de lá e ficar com nossa cara”. E como parte da noção desse desafio, Dan levanta a importância das redes sociais na sua carreira. “É essencial para mim. O público gosta de ver o que estamos fazendo e isso aproxima muito, porém acho que tem que ser natural. Busco compartilhar coisas legais do meu dia. É sensacional”, expõe.
