Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Entretenimento

Notícia

MP aceita queixa de produtora e Kannário vira réu em inquérito de calúnia, injúria e difamação

Por Aymée Francine

Foto: Bruna Castelo Branco / Bahia Notícias
O Ministério Público aceitou, nesta terça-feira (5), a denúncia da ‘Showmix Produções’ contra o cantor Igor Kannário por declarações dadas pelo artista em entrevistas concedidas em abril de 2015. A empresa, que realizou o gerenciamento de sua carreira desde que ainda era vocalista da banda A Bronkka, entrou com a ação após o pagodeiro afirmar que teria ‘vendido a sua alma ao diabo’ ao assinar contrato.
 
“Eu fui obrigado a voltar porque eles me perseguiam. Eu saí por livre e espontânea vontade e eles embargaram meu show. Tomei decisões por baixo de pressão e ameaça. Se o show custa R$ 150 mil, no fim das contas eu só embolso R$ 11 mil. É uma máquina de fazer dinheiro? É. Eles fazem, mas logo tiram de mim”, declarou Igor em entrevista ao Jornal A Tarde no dia 25 de abril de 2015.
 

 
Na mesma semana a empresa respondeu às acusações do cantor, afirmando que seguiram todas as obrigações determinadas em contrato assinado pelo artista. “Nunca houve nenhum pagamento do cantor realizado diretamente para as despesas enumeradas por ele a não ser o pagamento dos músicos constituídos por ele para sua banda solo e que corresponde hoje a um percentual entre 10 e 15% do valor total do cachê. Gostaríamos de deixa claro, ainda, que cumprimos integralmente as nossas obrigações e, se o cantor pretende 'quebrar o contrato', que arque com as consequências jurídicas, pois o contrato celebrado entre as partes é válido e eficaz”, informou a Showmix através de uma nota enviada á imprensa (Clique Aqui)
 
Em contato com o Bahia Notícias, o advogado da Showmix, Alano Frank, explicou o processo. “Inconformados com as reiteradas acusações, que achacavam sua honra, e revelava uma suposta apropriação indébita de valores, seus empresários Lucy e Neto Bonfim ingressaram com uma interpelação criminal. Não sabemos por quais razões, o Kannário preferiu ficar em silêncio. Diante da inércia do cantor, os empresários, na defesa de seus interesses, ajuizaram queixa crime, que vem a ser a ação penal privada”, contou o jurista.
 
Caso condenado, o cantor pode ser levado a passar de seis meses à dois anos na prisão, além do pagamento de multa. Em caso de réu primário, a condenação pode ser substituída por outras opções legais. 

Compartilhar