9ine se retira do UFC e Joana Prado reclama de prejuízo: 'Vitor perdeu milhões por ano'
Vencedor da luta do último sábado (7), contra o americano Dan Henderson, Vitor Belfort ganhou mais um motivo nesta semana para reclamar da tão criticada parceria entre o UFC e a Reebok. Nesta semana, a empresa ‘9ine’, de Ronaldo e Marcus Buaiz, anunciou que não terá mais nenhum vínculo com a maior entidade de MMA ou com lutadores dela. A agência tinha um acordo com Belfort, mas anunciou a retirada justamente por conta da Reebok.
Em conversa com o site ESPN, a esposa e empresária de Belfort, Joana Prado, disse que entende a decisão de Ronaldo de se retirar do UFC, mas reclamou do prejuízo que o próprio marido vem tendo com o acordo. "Eu como empresária entendo a posição da 9ine em se desligar do UFC. O Vitor perdeu milhões por ano por causa da nova política de patrocínios. Graças a Deus ele é um atleta que vai além das grades do octógono e tem outros negócios. A luta passou a ser um hobby, mas como outros lutadores ele foi muito prejudicado com esse novo modelo de negócio", disse Joana.
A Reebok paga os lutadores por luta dependendo do tempo de vínculo deles com a Zuffa, em valores que variam entre US$ 2,5 e US$ 40 mil - o menor valor é para quem tem até cinco combates, e o maior para os campeões. Ainda assim, esse valor é bem menor do que o que lutadores conseguem com os patrocínios pessoais.
O problema em questão é que com a exclusividade da nova fornecedora de materiais esportivos, os atletas da entidade não podem negociar seus próprios contratos e, por conta disso, perdem oportunidades de aumentar a renda. Belfort reclama do acordo desde o começo do ano, quando ele foi assinado.
"Eu não nos vejo como a NBA. Eu não sou pago pela Blackzilians, como seria pelo Miami Heat. O que quero dizer é que nosso esporte é mais comparável ao tênis. Os tenistas precisam ter seus patrocinadores porque são eles que pagam todas as viagens, todas as despesas. Não é todo mundo que pode ganhar um campeonato e fazer muito dinheiro, então, vários tenistas precisam de patrocínio para viajar pelo mundo. Eu sou pago pelo UFC quando luto, mas, mensalmente, os patrocinadores nos ajudam também. Às vezes temos lesões, às vezes não lutamos. Na NBA os caras recebem mensalmente. Se sofrerem lesões, se não puderem jogar, ainda assim estarão ganhando dinheiro", disse em março.
Em conversa com o site ESPN, a esposa e empresária de Belfort, Joana Prado, disse que entende a decisão de Ronaldo de se retirar do UFC, mas reclamou do prejuízo que o próprio marido vem tendo com o acordo. "Eu como empresária entendo a posição da 9ine em se desligar do UFC. O Vitor perdeu milhões por ano por causa da nova política de patrocínios. Graças a Deus ele é um atleta que vai além das grades do octógono e tem outros negócios. A luta passou a ser um hobby, mas como outros lutadores ele foi muito prejudicado com esse novo modelo de negócio", disse Joana.
A Reebok paga os lutadores por luta dependendo do tempo de vínculo deles com a Zuffa, em valores que variam entre US$ 2,5 e US$ 40 mil - o menor valor é para quem tem até cinco combates, e o maior para os campeões. Ainda assim, esse valor é bem menor do que o que lutadores conseguem com os patrocínios pessoais.
O problema em questão é que com a exclusividade da nova fornecedora de materiais esportivos, os atletas da entidade não podem negociar seus próprios contratos e, por conta disso, perdem oportunidades de aumentar a renda. Belfort reclama do acordo desde o começo do ano, quando ele foi assinado.
"Eu não nos vejo como a NBA. Eu não sou pago pela Blackzilians, como seria pelo Miami Heat. O que quero dizer é que nosso esporte é mais comparável ao tênis. Os tenistas precisam ter seus patrocinadores porque são eles que pagam todas as viagens, todas as despesas. Não é todo mundo que pode ganhar um campeonato e fazer muito dinheiro, então, vários tenistas precisam de patrocínio para viajar pelo mundo. Eu sou pago pelo UFC quando luto, mas, mensalmente, os patrocinadores nos ajudam também. Às vezes temos lesões, às vezes não lutamos. Na NBA os caras recebem mensalmente. Se sofrerem lesões, se não puderem jogar, ainda assim estarão ganhando dinheiro", disse em março.
