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Curtas e venenosas do carnaval I

Por Natália Conte

*Como Leonelli pode festejar o aumento de turistas na cidade se boiaram vagas nos hotéis e abadás nos blocos? E aonde cabe 480.000 turistas se só temos 36.000 leitos? Perguntar não ofende.
*Realmente, Preta Gil é a mala do carnaval.
*Os “roqueiros” Durval Lelys e Tuca Fernandes fizeram um carnaval morno.
*Por falar em Durval, sua xerox preto e branco, André Lelys, um dia há de ressair.
*Ivete Sangalo, com toda sua equipe e aparato, poderia melhorar o som do seu trio.
*Wilson Marques, com toda sua irritação e chatice, não deixa a peteca cair no som do trio do Chiclete.
*O veranista, Caetano Veloso, todo ano na mesma: só dando canja.
*Zé Eduardo, “cinza”, ficou magrinho perto de Varela, que estava todo gordo com uma camisa apertadinha.
*Zé Bim parecia um mico-leão dourado pulando de trio em trio.
*Onde abria uma câmera de TV, ACM Neto estava de passagem.
*Lícia Fábio sentada, cheia de colares, fumando charutos e recebendo o beija mão.
*Por falar em beija mão, fez falta ACM soltando beijinhos no Campo Grande.
*Claudinha Leitte passou seus empresários para trás... para trás do trio. Antes os empresários Cal Adan e Manoel Castro ficavam na frente acompanhando a cantora; hoje a família e os empresários no fundo do trio.
*O Planeta Othon para festa de largo só faltou procissão. Carnaval que é bom ninguém conseguia ver. Resta apenas uma pergunta: de quem era o Camarote Quem? Pois de famoso mesmo não tinha ninguém.
*Quem se deu bem no carnaval foi o piloto Antônio Pizzonia, pois assistiu ao carnaval de Salvador e ainda deu uns amassos na cantora da Banda Cheiro.

Natália Conte: colaboradora, diretamente de sua residência e sem paciência para o carnaval

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