Gadú passeia por novos e antigos hits e canta Milton, Chorão, Caetano, Paralamas e Legião
Por Rafael Albuquerque
Durante apresentação na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, na noite deste domingo (10), a cantora Maria Gadú fez uma apresentação impecável. Vestida com uma bermuda preta, camiseta regata e chinelo Havaianas, a artista demonstrou bastante empatia com o público soteropolitano e passeou por hits do novo disco “Mais Uma Página” como “Extranjero”, “Axé A Cappella”, “Teregué”, “Linha Tênue” e “Anjo de Guarda Noturno”, além das regravações “Oração ao Tempo” e “Amor de Índio”.
Mas se engana quem pensa que Gadú deixou de fora os grandes hits de sua carreira. Os fãs e admiradores puderam se deleitar com a performance da cantora em “Bela Flor”, “Escudos”, “João de Barro”, “Dona Cila”, “Ne Me Quitte Pás”, “Linda Rosa” e principalmente na canção “Tudo Diferente”, que teve uma roupagem toda especial. Como o show foi em Salvador, insistentemente denominad por alguns como “terra do axé”, e pelo fato de seu baterista, Cesinha, ser soteropolitano, Gadú apresentou a referida música com uma roupagem afro, explorando ao máximo a batida da percussão.
Durante a apresentação, a jovem vocalista executou canções de grandes nomes da Música Popular Brasileira. Após abrir o evento com “Zóio de Lula”, uma homenagem ao cantor Chorão (leia aqui), encontrado morto na última quarta-feira, Gadú cantou “Maria Solidária”, de Milton Nascimento, “Índios”, da Legião Urbana, “Lanterna dos Afogados”, dos Paralamas do Sucesso, e “Podres Poderes”, de Caetano Veloso. E foi com esse repertório variado e interpretações elogiadas que Maria Gadú lotou a Concha Acústica e, emocionada, agradeceu: “Eu estava esperando por esse dia há muito tempo. Não tenho palavras para agradecer. Já estava ansiosa. Enfim, tô em Salvador. Obrigada e feliz dia das mulheres”.
Mas se engana quem pensa que Gadú deixou de fora os grandes hits de sua carreira. Os fãs e admiradores puderam se deleitar com a performance da cantora em “Bela Flor”, “Escudos”, “João de Barro”, “Dona Cila”, “Ne Me Quitte Pás”, “Linda Rosa” e principalmente na canção “Tudo Diferente”, que teve uma roupagem toda especial. Como o show foi em Salvador, insistentemente denominad por alguns como “terra do axé”, e pelo fato de seu baterista, Cesinha, ser soteropolitano, Gadú apresentou a referida música com uma roupagem afro, explorando ao máximo a batida da percussão.
Durante a apresentação, a jovem vocalista executou canções de grandes nomes da Música Popular Brasileira. Após abrir o evento com “Zóio de Lula”, uma homenagem ao cantor Chorão (leia aqui), encontrado morto na última quarta-feira, Gadú cantou “Maria Solidária”, de Milton Nascimento, “Índios”, da Legião Urbana, “Lanterna dos Afogados”, dos Paralamas do Sucesso, e “Podres Poderes”, de Caetano Veloso. E foi com esse repertório variado e interpretações elogiadas que Maria Gadú lotou a Concha Acústica e, emocionada, agradeceu: “Eu estava esperando por esse dia há muito tempo. Não tenho palavras para agradecer. Já estava ansiosa. Enfim, tô em Salvador. Obrigada e feliz dia das mulheres”.
