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Natália Comte e a Leia Seca da Timbalada

Por Natalia Comte

Gente! Gen-te! O que foi aquele ensaio da Timbalada no Museu Du Ritmo desta sexta (25)?
 
De fato, é a festa mais animada que antecede o carnaval nessa cidade. Incrível a sinergia entre público e banda. E se engana quem acha que é festa pra turista (poucos). Muito menos festa pra paquerar. É festa pra dançar até se acabar, cantar junto e suar muito! É impressionante como o povo se entrega! Além do Denny, teve Xanddy e outro rapazinho que lembrava Saulo, tinha a voz parecida com a de Saulo e cantava as mesmas músicas que Saulo. Não faço a mínima ideia de quem era.
 
Fui pra ficar no camarote e te conto: em alguns momentos – como já virou costume em Salvador – a pista ficava mais vazia que o espaço. Preferi ficar lá embaixo mostrando que Natizinha também é povão. Até por que, ô gente de nariz empinado, meu Deus! Outra coisa: cheio de político e ex-político playboyzinho enchendo a cara no uísque e catando as aspirantes a panicat do Engenho Velho de Brotas. Evilasinho ia se esbaldar de tirar coisa desse povo!
 
Mas falando em jornalista, me deu dó ver esse povo. Ê raça que nasceu pra sofrer nesse mundo. Os pobrezinhos ralam todo dia pra descolar uma credencialzinha pra “””trabalhar””” na festa e a assessoria fica de olho pra não deixar o povo beber, minha gente! Que maldade! Até parece que alguém estava ali pra trabalhar. Encontrei Felipinho, meu ex- colega, que me inventou um “frila” pro Bahia Notícias e ainda teve a cara de pau de botar a namorada pra entrar como fotógrafa. A menina mal sabia segurar a câmera, pobrezinha. Outro foi Rafinha do Correio que foi pra pista e ficou segurando uma latinha de guaraná vazia pra disfarçar a vodka com energético na outra.
 
or isso fica aqui o apelo de Natizinha para as meninas que assessoram a festa: deixa o povo da imprensa beber, minhas flores. Já não basta terem escolhido essa vida de sofrimento, não podem curtir uma festinha free sob o disfarce de repórter cultural? Fica a dica!
 
Beijo, meus amores!

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