Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Geral

Notícia

Após 1º beijo gay, Vendramini se diz preparada para cena de sexo lésbico

Por Fernanda Fahel


Vendramini se diz pronta para primeira cena de sexo gay da TV brasileira: "nosso diretor diz que a cena vem aí"

 

Protagonista do primeiro beijo gay da televisão aberta, a atriz Luciana Vendramini comentou a repercussão da cena e como foi gravá-la. O beijo lésbico da sua personagem, a advogada Marcela, e a da atriz Giselle Tigre, que interpreta a empresária Marina, foi ao ar no dia 12 de maio na novela "Amor e Revolução", do SBT. A exibição da cena gerou tanta polêmica que a emissora de Silvio Santos alcançou a Record pela primeira vez, desde o início da trama, com o empate de sete pontos no Ibope.

 


Em entrevista ao site Vírgula, Luciana conta que não imaginava tamanha repercussão, pois achava que o primeiro beijo gay já havia acontecido. Sobre como foi gravar a cena, ela diz que foi tranqüilo. “Não imaginava que seria tão comentada. Primeiro que eu achava que já havia acontecido, não imaginava que o Brasil estava tão atrasado assim. Por outro lado fiquei feliz como atriz por realizar o primeiro beijo gay. Gravar a cena foi muito simples. Antes, nosso diretor, Reynaldo Boury, nos levou à ilha de edição para mostrar a cena de amor de Maria Paixão e José Guerra (personagens centrais da novela). Claro que ficamos mais tranquilas, pois a cena estava linda e foi de muito bom gosto. Na sequência fomos ao estúdio gravar o beijo, conversamos como ia ser feito e fizemos um ensaio. Depois gravamos duas vezes e pronto, tínhamos a cena”, declarou.

 

Luciana diz achar que um casal gay na novela irá ajudar no combate à homofobia. “Acredito que tenha ajudado as pessoas a encarar com naturalidade a homossexualidade, já que hoje é tão comum termos amigos ou parentes gays”, disse.

 


Intérprete de uma lésbica, nada mais natural para ela do que uma atriz passar a receber cantadas vindas de mulheres. Perguntada se já foi abordada nesse sentido por alguma moça, a atriz diz que isso ainda não aconteceu e conta como reagiria: “Ainda não tive cantadas depois da cena (risos), mas agiria como hétero, sem precisar agredir ninguém. E não demonstraria nenhum preconceito, mas deixaria claro que aquilo foi apenas uma cena de novela.”

 


Sobre o feedback do público gay: "Não tive muito contato com público, pois estou gravando muito. Mas na minha academia foi super positivo e o mais surpreendente é que todos apoiam o casal e torcem pelo amor da Marcela pela Marina, já que é tão sincero".

 


A atriz disse ainda que, há dez anos, participou de uma passeata gay e que se divertiu muito. Sobre o que está por vim para o casal lésbico interpretado por ela e Gisele Tigre em “Amor e Revolução”, ela conta que ambas estão preparadas para cenas mais intensas. “Nós estamos preparadas para fazer a primeira cena de amor gay também. Nosso diretor sempre dá uma espetadinha nesse assunto, dizendo que a cena vem aí”, adiantou.

Compartilhar