Pitty: 'Ser rock não é vestir roupinha esquisita'
Por Josemar Arlego

A roqueira baiana não aprova as bandas da nova geração, que se preocupam mais com o visual do que com as músicas. "O que é chamado de rock hoje no Brasil é uma coisa que não deveria ser chamada de rock. De rock não tem nada. Ser rock não é vestir uma roupinha esquisita ou ter um cabelo diferente", opinou em entrevista à revista "Billboard" deste mês.
Segundo ela, a identidade visual é importante sim, desde que os grupos tenham mais do que isso para mostrar. Mas ela não culpa apenas as novas bandas por essa postura. "Acho que existe menos espaço nos meios de comunicação mais populares. Na época em que eu surgi ainda era possível colocar uma música como 'Máscara' para tocar no rádio. Hoje em dia parece impossível", falou.
