Irmão de Diogo diz que palavrões do brother são 'gírias de Salvador'
Por Fernanda Figueiredo

No mínimo um papelão a cena protagonizada pelo baiano Diogo Pretto ao discutir com a sister Paulinha na madrugada de segunda para terça (8). O dançarino deixou todo o Brasil boquiaberto ao elevar consideravelmente o tom de voz com a garota e, como se não bastasse isso, usar de palavras de baixo calão para menosprezar a loirinha. Acreditem, Diogo chegou a dizer para a sister: "eu meto-lhe a desgraça em você", ameaçando-a. E se você não assistiu a cena, vai ficar pasmo do mesmo jeito, já que o coreógrafo também chamou Paula de "puta" e "gorda nojenta".

Juca, irmão de Diogo, tenta justificar agressividade do irmão
O tom exaltado e grosseiro de Diogo gerou centenas de protestos no Twitter e a hashtag "#foradiogo" foi parar no primeiro lugar do ranking dos termos mais comentados no Brasil. Por isso, Juca, "irmão do brother" (e isso não é pleonasmo), resolveu justificar os palavrões do brother, afirmando que ele não foi bem compreendido porque usa uma linguagem restrita à Bahia. Como assim? Essa deve ser a pergunta de muitos baianos neste momento. Mas confira a justificativa, pouco convincente e que mancha ainda mais a imagem da Bahia, do rapaz. "Na Bahia, agir como puta quer dizer ser covarde. O Diogo usa gírias de Salvador, e nem todo mundo entende o que ele fala", defendeu.
Na opinião de Juca, que reconhece que o irmão anda muito nervoso, lá dentro quase todos passam dos limites. "A diferença é que meu irmão não pensa no que vai fazer e falar. É muito espontâneo, meio doido e não suporta falsidade. Deve ser difícil conviver 24 horas com gente que uma hora te dá um tapinha nas costas e depois fala mal de você", diz. Juca contou que Diogo sempre foi hiperativo e não consegue ficar parado um minuto sequer, mas garante que o baiano não sai por aí brigando na rua. "Brigar mesmo, não acontece nunca. Mas ele é assim mesmo. Quando discute, fala muito alto, gagueja e não para de falar. Mas lá dentro acontecem mais discussões", disse ao Ego. Lembrando que o gago chegou a dizer na casa mais vigiada do Brasil que costumava travar o mesmo tipo de discussão, com a mesma linguagem chula, com seus pais e irmão.
