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Voadois lança CD em grande estilo

Por Rafael Albuquerque

No último sábado (6) a banda Voadois lançou no Wet’n Wild o seu primeiro CD e recebeu algumas bandas convidadas.
Liderada pelo cantor Yegor Gómez, a banda Capim Cubano abriu o evento com vários sucessos da música latina. Apostou num ritmo “caliente” e levou o público à loucura. Segunda banda a tocar, Aviões do Forró fez a galera dançar e vibrar muito com seus tantos sucessos. A banda Voadois entrou logo após a Aviões do Forró e o público que lotou o Wet’n Wild foi ao delírio. A banda abriu o show com a música “Amor pirei” e a receptividade foi muito grande. O repertório bem elaborado fez com que as canções fossem acompanhadas pelo coro da multidão. A banda Saia Rodada fechou a noite.
Curiosidades:
O ponto alto do show da banda Capim Cubano foi quando eles fizeram uma homenagem à banda Mamonas Assassinas cantando a música  “Pelados Em Santos”. Ao final da apresentação a banda foi aplaudida merecidamente.
Katê, cantora da Voadois, deve ter achado que a cerveja Brahma Fresh (que patrocinou o evento) era anti-séptico bucal e, ao agradecer aos patrocinadores, disparou a seguinte pérola: “Brahma fresh refresca o seu hálito”.
Com um repertório bem eclético, a Voadois cantou até o ritmo arrocha. Os cantores tentaram dançar, porém não tiveram muito êxito.
Em um momento do show a sintonia da dupla era tão grande que para demonstrar isso Katê abraçou Fredd e atravancou suas pernas em torno da cintura dele, e assim ficaram por um bom tempo. Coisas de artista...
Ao final do show, Katê ficou tão emocionada que estava agradecendo ao público gritando no microfone, melhor, achando que estava gritando no microfone, porque a essa altura o audio já havia sido cortado e as cortinas estavam se fechando.
O caos do trânsito:
A avenida Paralela estava um verdadeiro caos no dia do show. As produtoras de eventos e a prefeitura já deviam ter caído na real e percebido que enquanto não forem construídos diversos estacionamentos nas proximidades do Wet’n Wild fica inviável realizar festa naquele local. Se bem que para as produtoras isso em nada diminui o lucro, pois parece que a cada evento que se realiza naquela área a quantidade de veículos é cada vez maior. A prefeitura vive numa apatia em relação a isso. Tal situação nos remete a um ditado popular: para a prefeitura, essa calamidade “nem fede nem cheira”.
Em tempo: a coluna Holofote circulou pelo evento e divulgou em nota uma análise detalhada de como estava o trânsito na Av. Paralela. Clique aqui

e confira.

Foto: Fred Pontes/Divulgação

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