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Caetano Veloso compra briga com Folha de S. Paulo

Por Josemar Arlego




Nesta quinta-feira (23),  Caetano Veloso declarou guerra contra o jornal Folha de S. Paulo. O cantor criticou duramente o trabalho e a linha editorial do veículo, classificando como "uma pobreza a cobertura noticiosa" da Folha. Ele ainda soltou farpas para a jornalista Mônica Bergamo, que assina uma coluna.

A briga começou quando, no mês passado, Caetano Veloso foi questionado sobre a subsídios estatais à produção artística (o cantor solicitou ao Ministério da Cultura recursos de incentivos culturais, através da Lei Rouanet, para sua nova turnê). Segundo Caetano, uma jornalista da coluna de Mônica Bergamo  o teria questionado de forma  insistente sobre a Lei Rouanet após um show (leia aqui mais detalhes sobre o episódio)
.

"A moça não só não fez uma única pergunta como na terceira de umas cinco punha na minha boca frases que eu não disse. Ela tinha sido enviada por Mônica Bergamo, que mantém uma página de fofocas meio sociais, meio políticas e o fito era nitidamente me tratar como se eu fosse um misto de Sarney com Dado Doladella", falou Caetano.

Caetano confirmou que houve uma discussão entre ele e a repórter. O cantor havia solicitado  que a jornalista deixasse o camarim, após repetidas abordagens sobre o mesmo tema. "Ao fim da quarta resposta, disse-lhe que fosse embora. Ela perguntou triunfante: Você está me mandando embora? Respondi que estava e insisti para que fosse logo. Depois a Bergamo foi para o rádio gritar meu nome com aquela voz de taquara rachada, competindo em demagogia e má-fé com o jornalista Ricardo (Boechat)", disse.

Mônica Bergamo, em entrevista ao Portal Imprensa, ressaltou a importância do jornalismo . "Caetano Veloso manifestou sua contrariedade. É legítimo e natural. Ele disse crer que nosso fito era trata-lo como 'um misto de Sarney com Dado Dolabella' e não gostou. Mas não negou uma única linha publicada pela Folha. Do ponto de vista profissional, creio, é o que importa. Jornalistas não têm que agradar ou desagradar a Sarney, Dolabella ou Caetano, mas relatar os fatos com precisão", disse a colunista.
 

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