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Presidente do Vitória, Paulo Carneiro não vê problema em 'mala branca'

Foto: Reprodução / TV Bahia

Na reta final dos campeonatos, a polêmica “mala branca” vira notícia. O artifício é um incentivo financeiro para que equipes se doem mais em busca do triunfo. Essa ação não vista como um problema por Paulo Carneiro, presidente do Vitória. O time rubro-negro encara o Coritiba, sábado (30), às 16h30, no Barradão. Para o Leão, o jogo é apenas para cumprir tabela, enquanto o Coxa ainda briga pelo acesso para a Série A.

 

“Não respondo pelos meus jogadores. Eles que sabem. Se fosse no lugar deles, recebia. Tomara que deem a eles dois milhões, porque aí a pressão sobre mim vai ser menor na segunda-feira. Vão ganhar dinheiro, porque o Coritiba precisa empatar, né?”, disse Paulo Carneiro, em entrevista para a TV Bahia.

 

Além do Coritiba, América-MG e Atlético-GO disputam as últimas duas vagas que restam no G-4, para se juntarem a Bragantino e Sport. Para não depender de ninguém, o Coxa precisa de apenas um empate diante do Vitória. O time paranaense tem 63 pontos e ocupa a terceira colocação na Série B.

 

A “mala branca” não é permitida no futebol brasileiro. o artigo 238 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva coíbe a prática.  (Receber ou solicitar vantagem indevida em razão de cargo ou função, remunerados ou não, em qualquer entidade desportiva ou órgão da Justiça Desportiva, para praticar, omitir ou retardar ato de ofício, ou, ainda, para fazê-lo contra disposição expressa de norma desportiva). Os artigos 41- A e 41-D do Estatuto do Torcedor” também proíbem a ação (solicitar ou aceitar vantagem ou promessa de vantagem patrimonial ou não patrimonial para alterar ou falsear o resultado de competição esportiva).

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