Grafite: "Minhas chances eram mínimas"
Por Maurício Naiberg
Redação central, 5 jun (EFE).- Na entrevista coletiva deste sábado da seleção brasileira, em Johanesburgo, o atacante Grafite falou sobre sua trajetória até chegar na Copa do Mundo. Segundo ele, os minutos que esteve em campo no amistoso contra a Irlanda foram os que o credenciaram para estar entre os 23 agora. "Certamente foi a boa impressão que deixei para o Dunga e a continuidade do trabalho no meu clube (Wolfsburg, na Alemanha), marcaando gols. Tudo isso contribuiu para eu estar aqui", disse. Grafite contou como acompanhou o anúncio da convocação junto de sua família na Alemanha. Ansioso, preferiu ficar no jardim da sua residência com o cachorro, enquanto a mulher, os filhos e o empresário estavam em frente à televisão. "Sabia que ele (Dunga) tinha o grupo praticamente fechado. Minhas chances eram mínimas. Procurei fazer o que eu faço no meu clube, entrar, jogar bem. Isso me ajudou bastante e a minha trajetória de vida sempre foi assim. Minha carreira sempre foi assim”, afirmou.
