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Notícia

MGF: Orgãos devem preservar torcedores corretos

Por Éder Ferrari

Com a violência relacionada as torcidas organizadas atingindo o limite, a extinção dos grupos passou a ser pedido por boa parte da sociedade. Interessado direto no tema, o presidente do Bahia, Marcelo Guimarães Filho, é contra o extermínio, mas cobra mais atitude dos órgãos responsáveis. “Não pode punir os corretos por causa dos errados e simplesmente acabar com as organizadas. Os marginais continuariam agindo. É como tirar o sofá da sala pra filha não namorar: não adianta nada. O que precisa acontecer é mais ação do Ministério Público e com a Polícia, se não os torcedores de bem continuarão pagando o preço”, acredita.

 

Questionado sobre que tipo de ação, MGF elogiou alfinetando. “A Polícia e o MP têm competência e sabem o que precisa ser feito para identificar os marginais nas torcidas. Eles não descobrem muitos outros criminosos que vivem se escondendo? Qual o mistério de identificar esses que vivem dando as caras em tudo quanto é lugar? É até muito simples. Agora é preciso que se crie ferramentas para punir esses marginais. O que não pode repetir é uma história lamentável como essa do garoto Wesley nesse último Ba-Vi”, observou, em referência ao garoto de 14 anos baleado na saída de Pituaçu, após a primeira partida da final do Campeonato Baiano.

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