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Ídolo do United, Rio Ferdinand revela dificuldades físicas graves após deixar os gramados; entenda

Por Redação

Foto: Reprodução / Instagram / @rioferdy5

A glória nos gramados da Premier League deixou marcas profundas que as câmeras de televisão não mostram. Rio Ferdinand, lendário ex-zagueiro do Manchester United e da Seleção Inglesa, abriu o jogo sobre a dura realidade que enfrenta aos 47 anos. O ex-atleta revelou que o desgaste de quase duas décadas no futebol de elite resultou em dores lombares tão severas que, em episódios críticos, o deixam impossibilitado de caminhar.

 

Aposentado em 2015, Ferdinand descreveu que foi dependente de medicamentos durante o auge de sua carreira para suportar o calendário exaustivo do futebol europeu.

 

"Tenho problemas de costas há muito tempo. Durante seis anos joguei à base de comprimidos e injeções — disse Ferdinand em entrevista à Men's Health UK, nesta semana.

 

"Há momentos em que a dor é tão forte que tenho de ir ao hospital e usar cadeira de rodas. Surge do nada", acrescentou.


Com quase 600 partidas no currículo por clubes como West Ham, Leeds United e Queens Park Rangers, além de sua histórica passagem por Old Trafford, o ex-defensor admite que negligenciou os sinais de alerta do próprio corpo. A transição para uma vida mais saudável só aconteceu recentemente, após sua mudança para Dubai com a esposa, Kate.

 

Hoje, o foco de Ferdinand mudou da performance para a longevidade. O ex-atleta busca compensar anos de tratamento reativo por uma estratégia de cuidado contínuo: "Estou trabalhando com um fisioterapeuta pela primeira vez desde que me aposentei. Há uma abordagem holística agora, com troca constante de informações com meu treinador", explicou o ídolo inglês.


O impacto das lesões ficou evidente no crepúsculo de sua trajetória nos gramados. Em 2024, Ferdinand já havia expressado publicamente o arrependimento por não ter pendurado as chuteiras enquanto ainda defendia o Manchester United.

 

Sua última temporada profissional, vestindo a camisa do Queens Park Rangers, foi um reflexo fiel do desgaste físico: ele disputou apenas 11 partidas na Premier League, sofrendo com a falta de ritmo e limitações motoras, em um ano que culminou no rebaixamento da equipe londrina.