Organizadora do GP de São Paulo adia decisão sobre venda de ingressos para corrida
Com o Brasil ainda enfrentando altos índices de contaminação da Covid-19, a participação de público em eventos esportivos ainda é uma dúvida. O GP de São Paulo da Fórmula 1, que em condições normais vendia os ingressos para a corrida no mês de março, precisou adiar a decisão. Com programação para receber a prova em novembro, a empresa responsável por organizar a corrida adiou em um mês a definição sobre o público.
Segundo informações apuradas pelo Estadão, a MC Brazil Motorsport, responsável por promover a corrida, não quis dar detalhes sobre as considerações que vem fazendo sobre a presença de espectadores. Entretanto, a empresa estaria avaliando diversos cenários e condições para o evento, inclusive mantendo-o sem público, para garantir a realização da corrida.
No ano passado, o Brasil não recebeu a prova da Fórmula 1 pois a categoria cancelou todas as corridas programadas para serem realizadas na América devido aos altos números relacionados a Covid-19.
O evento, renomeado de GP do Brasil para GP de São Paulo, tem previsão de acontecer no Autódromo de Interlagos no dia 7 de novembro.
A Fórmula 1 não interfere na decisão da organizadora de ter ou não público nas arquibancadas do circuito. No GP do Bahrein, por exemplo, realizado no fim de março como abertura da temporada de 2021, torcedores vacinados foram autorizados a assistir a corrida presencialmente.
Este ano, a categoria pretende realizar 23 corridas e espera ter público, ainda que reduzido, em mais da metade das provas.
O próximo GP marcado para o calendário é Emilia-Romagna, no dia 18 de abril, em Ímola.
