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COI pretende ajudar na distribuição de vacinas para países com menor acesso ao recurso

Foto: Divulgação/COI

Após declarar que a vacinação de atletas não será obrigatória para as Olimpíadas de Tóquio em 2021, o Comitê Olímpico Internacional  (COI) anunciou que vai ajudar países que tenham menor acesso ao medicamento com distribuição do recurso para proteger a maior quantidade de participantes.

 

A informação foi revelada nesta quarta-feira (18) por John Coates, presidente da Comissão de Coordenação dos Jogos Olímpicos Tóquio, durante reunião com representantes do Comitê Organizador Local. Segundo ele, a entidade pretende fazer com que a iniciativa permita que o evento seja o mais seguro possível. 

 

"Se a vacina virar uma realidade, o COI criará um sistema para apoiar os países que tenham menor acesso [ao medicamento]. O objetivo é fazer com que a vacina seja acessível para o maior número de atletas possível. Queremos fazer os Jogos Olímpicos seguros para todo mundo", declarou. 

 

Sobre o comentário feito esta semana por Thomas Bach, presidente do COI, de que a vacinação não será um requisito obrigatório para o evento, Coates ressaltou que a entidade não determinará como um requisito para os atletas participarem dos Jogos, mas que vai incentivar que o máximo possível de pessoas adotem a prevenção. 

 

"Usaremos alguns atletas mais destacados como ‘modelos a serem seguidos’ para convencer outros esportistas dos Jogos para que tomem a vacina também”, acrescentou.

 

O debate sobre a imunização por vacina dos atletas acontece em meio a uma segunda onda de casos de Covid-19 em diversos países do mundo. Em pesquisas realizadas desde o início da pandemia, mais da metade da população de Tóquio vem sendo contra a realização das Olimpíadas em 2021.

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