Sem grande investimento, Atlântico terá jogadores jovens e desconhecidos em 2018
Por Leandro Aragão
O elenco do Atlântico não recebeu grandes investimentos para a temporada de 2018. Apesar disso, sob a batuta do técnico Ricardo Silva, o clube já começa a se preparar para a disputa do Campeonato Baiano. Em entrevista ao Bahia Notícias, o presidente do Tubarão, Zé Carlos, disse que a equipe vai lutar para ficar entre os quarto primeiros e admitiu que sonha com o título do Baianão.
"Nós queremos ficar entre os quatro no Baianão e, se puder ser campeão. O Colo Colo foi campeão assim também", declarou. "Vamos tentar surpreender. Nós até antecipamos e começamos o nosso trabalho a partir de novembro. Mantivemos 15 atletas do elenco passado e estamos reforçando com novos atletas exatamente naquelas posições que achamos que estava carente. O Atlântico manteve a comissão técnica, porque mudamos três vezes de técnico e eu acho isso um absurdo. Neste ano, a comissão técnica vai até o fim, porque a sintonia desse grupo com Ricardo Silva está muito boa, como terminou a competição no ano passado", completou.
Zé Carlos ainda falou que, para reduzir custos, o elenco do Tubarão não terá nenhuma estrela. "Nosso elenco será formado por jogadores desconhecidos, novos, com média de idade de 23, 24 anos. Não teremos nenhuma estrela. Vamos utilizar cinco jogadores da base para reduzir custos", afirmou.
A estreia do Atlântico, no Baianão 2018, será diante do Vitória da Conquista, no dia 21 de janeiro, um domingo, às 16h, no estádio do Barradão, em Salvador. Pela tabela da competição, o clube vai encarar o Vitória na terceira rodada, no dia 28, também um domingo, em Pituaçu. Enquanto que o duelo com o Bahia só acontecerá no dia 25 de fevereiro, outro domingo, na Fonte Nova.
"Eu gostaria de pegar logo os gigantes Bahia e Vitória no início da competição, nas primeiras rodadas, porque eles colocam time B nesses jogos por começarem a preparação mais tarde. Eles vão se reapresentar no dia 2 de janeiro e o campeonato começa quase que 20 dias depois. Aí depois eles chegam ao equilíbrio e acabam ultrapassando a gente. Eles colocam carga pesada no final da fase para dar a arrancada. Isso aconteceu com a gente neste ano quando enfrentamos o Bahia na última rodada e eles precisavam do triunfo para melhorar a classificação", disse.
