Francês substituirá Felipe Nasr na Force India e Brasil pode ficar sem pilotos em 2017
Depois do anúncio da aposentadoria de Felipe Massa, o Brasil pode perder o seu único piloto remanescente na temporada 2017. Preterido pela sua equipe, a Sauber, e cotado para ser transferindo para a Force India, o brasileiro Felipe Nasr viu o francês Esteban Ocon ser escolhido pela empresa asiática. A informação foi divulgada em primeira mão pelo jornalista Lito Cavalcanti, do canal Sportv.
“A vaga na Force India que o Felipe Nasr estava em disputa foi preenchida pelo francês Esteban Ocon. É um piloto muito promissor e apadrinhado pela Mercedes, a fornecedora de motor para a Force India, e ela estava em débito com a Mercedes”, garantiu o comentarista.
Apesar da recusa da Force India, Nasr ainda pode ter chances em outra equipe para a próxima temporada. Dentre as opções estão a própria Sauber, a Renault ou a Manor, ex-escuderia de Ocon.
“Temos um risco, mas não é tão grande porque ele ainda pode continuar na Sauber, mas existe uma possibilidade (do Brasil ficar de fora). O Brasil é um pouco diferente. A Itália está sem piloto e continua tendo um bom público, a França está sem e continua com bom público. Mas eles têm uma cultura esportiva diferente. O Brasil torce por brasileiros. Não tendo brasileiros, cai bastante o acompanhamento, pela televisão ou ao vivo. Por outro lado, a F1 vende exposição. O número de televisores ligados no Brasil é muito grande, e isso é significativo para o Bernie Ecclestone, que é o patrão comercial da F1”, afirmou Cavalcanti.
“A vaga na Force India que o Felipe Nasr estava em disputa foi preenchida pelo francês Esteban Ocon. É um piloto muito promissor e apadrinhado pela Mercedes, a fornecedora de motor para a Force India, e ela estava em débito com a Mercedes”, garantiu o comentarista.
Apesar da recusa da Force India, Nasr ainda pode ter chances em outra equipe para a próxima temporada. Dentre as opções estão a própria Sauber, a Renault ou a Manor, ex-escuderia de Ocon.
“Temos um risco, mas não é tão grande porque ele ainda pode continuar na Sauber, mas existe uma possibilidade (do Brasil ficar de fora). O Brasil é um pouco diferente. A Itália está sem piloto e continua tendo um bom público, a França está sem e continua com bom público. Mas eles têm uma cultura esportiva diferente. O Brasil torce por brasileiros. Não tendo brasileiros, cai bastante o acompanhamento, pela televisão ou ao vivo. Por outro lado, a F1 vende exposição. O número de televisores ligados no Brasil é muito grande, e isso é significativo para o Bernie Ecclestone, que é o patrão comercial da F1”, afirmou Cavalcanti.
