'Injustiçado da bola', goleiro do Flu de Feira relembra passagem frustrada pelo Bahia
Por Matheus Caldas
Sair de um time do interior da Bahia para um grande clube do futebol brasileiro é muito difícil. Ser campeão baiano, jogando numa equipe do interior, e dentro do Barradão, é ainda mais complicado. Em 2011, Jair conseguiu o feito jogando pelo Bahia de Feira. Contra o Vitória, o arqueiro levou o título baiano e integrou o elenco do terceiro clube fora de Salvador a levantar o caneco baiano – os outros foram Fluminense de Feira, por duas vezes, e Colo Colo. Após o feito, o jogador se transferiu para o Esporte Clube Bahia. Sem muitas chances e resistência dos treinadores, Jair migrou pelo futebol nacional. “Teve a questão da preferência do treinador [Joel Santana e Renê Simões treinaram o time na Série A]. Às vezes o treinador olha pra você, sem nunca ter trabalhado, e não gosta. E aí? Tem que ficar calado e trabalhar. O importante é que trabalhei e não faltei treino”, disse, em entrevista ao Bahia Notícias. Após passagem frustrada pelo Joinville, o camisa 1 rodou por Águia de Marabá-PA, Anápolis-GO e Jacuipense. Cinco anos depois, sua redenção veio no Fluminense de Feira. Aos 36 anos, conquistou o título da Copa Governador 2015, levou o prêmio de goleiro menos vazado do Baianão e bateu na trave no acesso à Série C do Campeonato Brasileiro. Aliás, a eliminação para o Volta Redonda-RJ ainda não foi superada. “Ainda estou chateado, não conseguimos digerir, mas é isso mesmo”, lamentou. Dentre outros assuntos, Jair criticou a atual situação do futebol baiano e garantiu a permanência no Flu de Feira. Confira a entrevista completa na coluna Esportes!
