Cristóvão explica substituições que resultaram na derrota do Timão no clássico
O Corinthians dominou todo o primeiro tempo do clássico contra o Santos, neste domingo (11), no estádio da Vila Belmiro, e foi para o vestiário ao final do primeiro tempo vencendo a partida por 1 a 0. Porém, não conseguiu segurar o crescimento do Peixe e sofreu a virada no segundo tempo por 2 a 1. O técnico do Timão, Cristóvão Borges foi bastante criticado pela torcida corinthiana por causa das alterações feitas na etapa final antes do revés.
Ele sacou o centroavante Gustavo para a entrada de Marquinhos Gabriel. Após o empate, ele colocou Giovanni Augusto no lugar do volante Willians. A terceira substituição, já com o placar favorável ao Santos, Lucca entrou no lugar de Romero.
“Nós estávamos com a vantagem, seria natural que o Santos nos pressionaria. No segundo tempo tivemos dificuldade de segurar a bola no ataque, e isso facilitou a pressão que o Santos vinha fazendo. Minha tentativa foi para que o time segurasse a bola, e só conseguimos isso no final do jogo, quando o Santos já tinha virado”, explicou Cristóvão.
“A orientação era pra continuar do mesmo jeito. Jogamos o tempo inteiro marcando pressão, em cima, e fazer isso por 90 minutos é difícil. Para que nos continuássemos marcando bem, precisávamos ter mais posse de bola. A defesa não conseguia subir, e isso facilitou a vida do Santos. Eles estavam perdendo, era natural que eles procurassem fazer pressão”, completou o treinador.
Apesar da derrota, o Corinthians se manteve na quarta colocação com 40 pontos. No entanto, voltou a ver o Santos (5º) colado no retrovisor, já que a vantagem caiu para apenas um ponto.
Ele sacou o centroavante Gustavo para a entrada de Marquinhos Gabriel. Após o empate, ele colocou Giovanni Augusto no lugar do volante Willians. A terceira substituição, já com o placar favorável ao Santos, Lucca entrou no lugar de Romero.
“Nós estávamos com a vantagem, seria natural que o Santos nos pressionaria. No segundo tempo tivemos dificuldade de segurar a bola no ataque, e isso facilitou a pressão que o Santos vinha fazendo. Minha tentativa foi para que o time segurasse a bola, e só conseguimos isso no final do jogo, quando o Santos já tinha virado”, explicou Cristóvão.
“A orientação era pra continuar do mesmo jeito. Jogamos o tempo inteiro marcando pressão, em cima, e fazer isso por 90 minutos é difícil. Para que nos continuássemos marcando bem, precisávamos ter mais posse de bola. A defesa não conseguia subir, e isso facilitou a vida do Santos. Eles estavam perdendo, era natural que eles procurassem fazer pressão”, completou o treinador.
Apesar da derrota, o Corinthians se manteve na quarta colocação com 40 pontos. No entanto, voltou a ver o Santos (5º) colado no retrovisor, já que a vantagem caiu para apenas um ponto.
