Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote

Notícia

Paralimpíada: CPB vê quinto lugar em medalhas 'factível' e Picciani promete investimentos

Foto: João Gabriel Rodrigues / Globoesporte.com
As expectativas de medalhas brasileiras nos Jogos Paralímpicos são as melhores possíveis, pelo menos para o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Para Andrew Parsons, presidente da entidade, o quinto lugar no quadro geral é ‘factível’.

“O quinto lugar é factível em 2016. E voos mais altos vão ser factíveis em Tóquio por conta. É claro que é difícil. O salto de Pequim para Londres, pulamos cinco posições, mas adversários que não são tão fortes como são agora. O fato de a Rússia não estar não nos coloca em sexto lugar. As medalhas que ficaram com a Rússia vão ser divididas com os principais adversários do Brasil. Em Londres, a Alemanha teve um significativo de pratas maior que o Brasil. Não é uma matemática tão simples assim. Mas a meta é factível agora, em 2016”, disse, em entrevista coletiva concedida na tarde desta terça-feira (6).

Ao lado de Parsons, o ministro do Esporte, Leonardo Picciano, endossou o coro otimista, e prometeu maiores investimentos após o término das competições no Rio de Janeiro. “O Rio viveu a realização dos Jogos Olímpicos com muita alegria, expectativa e grande sucesso. Evidentemente, nossa expectativa é repetir esse grande sucesso e aprimorar durante os Jogos Paralímpicos. O Ministério, por decisão do presidente, vai investir cada vez mais no esporte paralímpico. A cada ciclo evolução de resultados. Teremos uma evolução nos Jogos do Rio ao excelente resultado que já tivemos nos Jogos de Londres”, prometeu.

O otimismo da dupla tem base. Na Olimpíada de Londres, em 2012, o Brasil terminou em sétimo lugar no quadro geral de medalhas. Com a ausência da delegação Rússia no Rio, os brasileiros poderão levar mais conquistas para casa.

Compartilhar