Novo formato da Champions irrita dirigentes de clubes europeus: ‘Um escândalo’
Para a temporada 2018/2019 a Uefa Champions League terá um novo formato, com todos os clubes da Alemanha, Espanha, Inglaterra e Itália classificados diretamente para a fase de grupos do torneio continental. A resolução irritou dirigentes de outros países, que acusam o ator de ser um golpe dos clubes mais ricos contra o atual regulamento, que beneficia os campeões nacionais com eliminatória própria para chegar a fase mais importante da competição.
“A forma como essa nova estrutura da competição foi feita é um escândalo. Há, hoje em dia, um vácuo de poder na Uefa e na Associação de Clubes Europeus (ECA) que tem sido aproveitado para impor esta reforma com a ajuda de ‘apparatchiks’ da Uefa”, afirmou o presidente do conselho do Saint-Étienne, Bernard Caiazzo, em entrevista ao L’Équipe. Para o dirigente, a omissão do presidente do Lyon, Jean-Michel Aulas, demonstra uma conspiração não só aos clubes menores como também ao próprio futebol europeu.
“Na França, ninguém havia sido avisado sobre essas novas regras. Então por que Jean-Michel Aulas, que faz parte do escritório executivo da ECA, não alertou ninguém da liga francesa sobre essas mudanças? O que fizeram é só o primeiro passo para uma liga europeia fechada. É um jeito de permitir que os clubes ricos ganhem ainda mais dinheiro”, completou.
Pela nova fórmula, os quatro primeiros colocados de Alemanha, Espanha, Itália e Inglaterra terão vagas diretas na fase de grupos, além do campeão da última champions e o da Liga Europa. Já os outros países seguem com os atuais critérios de classificação no torneio continental.
“A forma como essa nova estrutura da competição foi feita é um escândalo. Há, hoje em dia, um vácuo de poder na Uefa e na Associação de Clubes Europeus (ECA) que tem sido aproveitado para impor esta reforma com a ajuda de ‘apparatchiks’ da Uefa”, afirmou o presidente do conselho do Saint-Étienne, Bernard Caiazzo, em entrevista ao L’Équipe. Para o dirigente, a omissão do presidente do Lyon, Jean-Michel Aulas, demonstra uma conspiração não só aos clubes menores como também ao próprio futebol europeu.
“Na França, ninguém havia sido avisado sobre essas novas regras. Então por que Jean-Michel Aulas, que faz parte do escritório executivo da ECA, não alertou ninguém da liga francesa sobre essas mudanças? O que fizeram é só o primeiro passo para uma liga europeia fechada. É um jeito de permitir que os clubes ricos ganhem ainda mais dinheiro”, completou.
Pela nova fórmula, os quatro primeiros colocados de Alemanha, Espanha, Itália e Inglaterra terão vagas diretas na fase de grupos, além do campeão da última champions e o da Liga Europa. Já os outros países seguem com os atuais critérios de classificação no torneio continental.
