Jogadoras afirmam que seleção feminina assumiu nova postura tática para o Rio 2016
Em busca de um inédito ouro no futebol feminino, a Seleção Brasileira quer aproveitar o fator casa e ter uma postura mais agressiva contra as suas adversárias. Pelo menos é isso que garantem as jogadoras da equipe nacional, que confessaram em entrevista coletiva no último sábado (30) a nova postura da equipe de aliar o talento individual com marcação mais forte e contra-ataques mais efetivos.
“Eu acho que o Brasil não é segredo. Estamos com uma postura bem mais agressiva, o que costuma se ver lá fora. É uma padrão de jogo de várias outras equipes. Antigamente tocávamos mais tocar a bola, tentávamos chegar tocando mais. É lógico que é uma característica do futebol brasileiro, mas hoje com algumas transições”, afirmou a atacante Marta na ocasião, o que foi confirmado por Andressa Alves, que atuou por seis meses no futebol francês e já experimentou esse novo modelo tático.
“Quase todas as equipes da Europa tem essa característica. Força física, bem no cabeceio. Acredito que a estreia seja mais tranquila e não tanto de força. Vai ser mais um jogo de toque de bola. A China toca a bola muito bem. Contra a Suécia totalmente força física, jogo aéreo. E acho que a competição vai ser assim”, concluiu.
Na próxima quarta-feira (3), às 16h, as meninas do Brasil entram em campo contra a China, no Engenhão, pela abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.
“Eu acho que o Brasil não é segredo. Estamos com uma postura bem mais agressiva, o que costuma se ver lá fora. É uma padrão de jogo de várias outras equipes. Antigamente tocávamos mais tocar a bola, tentávamos chegar tocando mais. É lógico que é uma característica do futebol brasileiro, mas hoje com algumas transições”, afirmou a atacante Marta na ocasião, o que foi confirmado por Andressa Alves, que atuou por seis meses no futebol francês e já experimentou esse novo modelo tático.
“Quase todas as equipes da Europa tem essa característica. Força física, bem no cabeceio. Acredito que a estreia seja mais tranquila e não tanto de força. Vai ser mais um jogo de toque de bola. A China toca a bola muito bem. Contra a Suécia totalmente força física, jogo aéreo. E acho que a competição vai ser assim”, concluiu.
Na próxima quarta-feira (3), às 16h, as meninas do Brasil entram em campo contra a China, no Engenhão, pela abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.
