Governo argentino intervém em federação local e AFA promete abandonar a Copa América
Uma intervenção do governo argentino na federação nacional do país pode acarretar sérias consequências no futebol local. A Inspeção Geral de Justiça (IGJ) adiou as eleições da Associação de Futebol Argentina (AFA) e nomeou duas pessoas com poder de decisão na entidade. O ato irritou os dirigentes locais, que prometeram abandonar a Copa América e suspender todas as atividades do selecionado nacional.
De acordo com informações do jornal Clarín, a intervenção ocorre por conta das recentes irregularidades denunciadas contra cartolas do país sul-americano, além da crise institucional e econômica da federação. Em resposta, o secretário administrativo da AFA, Damián Dupelliet, afirmou que se decidirá nesta terça-feira (31) se a equipe masculina de futebol segue na Copa América Centenário 2016. Informações do jornal Olé também dão conta de que o Boca Juniors também pode abandonar as semifinais da Copa Libertadores da América.
O abandono da Argentina na Copa América pode acarretar uma multa de cinco milhões de dólares, além de um valor adicional por danos e exclusão do país por mais duas edições do torneio continental. Ainda segundo o Olé, a intervenção do governo argentino seria uma medida para impedir que o presidente do Independiente, o líder sindical Huho Moyano, se torne o novo mandatário da AFA.
De acordo com informações do jornal Clarín, a intervenção ocorre por conta das recentes irregularidades denunciadas contra cartolas do país sul-americano, além da crise institucional e econômica da federação. Em resposta, o secretário administrativo da AFA, Damián Dupelliet, afirmou que se decidirá nesta terça-feira (31) se a equipe masculina de futebol segue na Copa América Centenário 2016. Informações do jornal Olé também dão conta de que o Boca Juniors também pode abandonar as semifinais da Copa Libertadores da América.
O abandono da Argentina na Copa América pode acarretar uma multa de cinco milhões de dólares, além de um valor adicional por danos e exclusão do país por mais duas edições do torneio continental. Ainda segundo o Olé, a intervenção do governo argentino seria uma medida para impedir que o presidente do Independiente, o líder sindical Huho Moyano, se torne o novo mandatário da AFA.
