Isinbayeva promete recorrer à Justiça caso o atletismo russo seja suspenso do Rio-2016
Por Edimário Duplat
Um dos maiores nomes do atletismo mundial, a saltadora Yelena Isinbayeva não aceita a exclusão do atletismo russo dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016 e promete recorrer a um Tribunal Internacional caso a decisão da Associação Internacional de Atletismo (IAAF) seja mantida para a competição internacional. Segundo a atleta, a proibição da delegação fere os direitos humanos, sendo um ato de discriminação contra o seu país.
“É uma violação direta dos direitos humanos, discriminação. No caso de uma decisão negativa para nós, eu, pessoalmente, irei a um tribunal internacional em matéria de direitos humanos. E estou confiante de que vou ganhar”, afirmou a russa em entrevista a Associated Press (AP).
A Rússia segue impedida de competir em torneios oficiais de atletismo desde novembro passado, quando a Agência Mundial Antidoping (Wada), revelou um esquema sistemático de dopagem dos seus atletas. A decisão definitiva será conhecida em junho, quando os eslavos saberão se vão mesmo disputar os Jogos de 2016.
“Eu realmente espero que isso terá um desfecho positivo. Eu mereço, é o meu direito. Nossos jovens e talentosos atletas, limpos, também merecem. Se eles não forem ao Rio, esperar mais quatro anos será muito tempo”, disse.
“É uma violação direta dos direitos humanos, discriminação. No caso de uma decisão negativa para nós, eu, pessoalmente, irei a um tribunal internacional em matéria de direitos humanos. E estou confiante de que vou ganhar”, afirmou a russa em entrevista a Associated Press (AP).
A Rússia segue impedida de competir em torneios oficiais de atletismo desde novembro passado, quando a Agência Mundial Antidoping (Wada), revelou um esquema sistemático de dopagem dos seus atletas. A decisão definitiva será conhecida em junho, quando os eslavos saberão se vão mesmo disputar os Jogos de 2016.
“Eu realmente espero que isso terá um desfecho positivo. Eu mereço, é o meu direito. Nossos jovens e talentosos atletas, limpos, também merecem. Se eles não forem ao Rio, esperar mais quatro anos será muito tempo”, disse.
