Mães de árbitros não ligam para ofensas da torcida: ‘é natural’
Por Alexandre Galvão
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Rosângela e o filho Diego Pombo | Foto: Arquivo Pessoal
“Eu fico tranquila, pois já falei para os dois que eles têm duas mães, a biológica e a do campo. Eu não me importo, sei que quando a turma xinga, ninguém sabe quem sou eu. Tá xingando na emoção. Eu sempre falei para não levar pro particular. Deixa xingar, não me incomoda”, garante. Mãe do juiz Diego Pombo, a administradora Rosângela Pombo, de 53 anos, diz gostar de futebol e encarar com “naturalidade” as hostilidades contra as mães dos juízes. “Sempre que posso vou aos estádios, vou protegida pelo anonimato, né? Eu acho que [os palavrões] é uma forma que a torcida tem de protestar. A mãe é o alvo principal da torcida. Vejo com muita naturalidade”, garantiu. Rosângela, assim como Raquel, elogia e filho e não poupa elogios. “Acho bem legal a profissão. Tem uma pressão danada, mas ele tem bastante equilíbrio, é centrado. Gosto de ver ele trabalhando”, afirmou.
