Agora no São Francisco, Formiga quer melhorias no futebol: 'Temos que lutar'
A meia Formiga irá jogar pelo São Francisco, pela segunda fase do Campeonato Brasileiro Feminino 2016 (leia mais aqui). A jogadora da Seleção Brasileira, além de uma carreira vitoriosa, é engajada em melhorar as condições que são dadas para a prática do esporte no país.
Ela agora faz parte do Comitê de Reformas da CBF e irá trabalhar em cinco frentes para a melhoria do futebol brasileiro: reforma do estatuto, código de ética, licenciamento e registro; calendário; e futebol feminino.
Em entrevista ao Corujão do Esporte, da TV Globo, a jogadora de 38 anos demonstrou um incômodo com a má distribuição de times de qualidade pelo Brasil. “A gente tem que ir à luta, procurar ganhar mais, querer mais. E ter realmente o respeito pelo país inteiro. Essa parte de só São Paulo ter times fortes, só times de São Paulo que chegam à final e ganham tem que começar a mudar isso”, declarou.
Referência durante quase 20 anos dentro da Seleção feminina, a soteropolitana vem na contramão da maioria dos atletas de futebol. Ela conta que já recebeu várias propostas para deixar o país, mas tem a preferência de ficar por aqui.
“Eu falei para as meninas, mesmo as aqui da Seleção, que é na dificuldade que a gente cresce. Eu inúmeras vezes já tive proposta de sair e falei: ‘vou continuar, vou tentar do meu jeito’. Ajudar com que essas meninas continuem acreditando que podem sim ter a chance de mudar de realidade, o que a gente sempre sonhou em ter”, finalizou.
Ela agora faz parte do Comitê de Reformas da CBF e irá trabalhar em cinco frentes para a melhoria do futebol brasileiro: reforma do estatuto, código de ética, licenciamento e registro; calendário; e futebol feminino.
Em entrevista ao Corujão do Esporte, da TV Globo, a jogadora de 38 anos demonstrou um incômodo com a má distribuição de times de qualidade pelo Brasil. “A gente tem que ir à luta, procurar ganhar mais, querer mais. E ter realmente o respeito pelo país inteiro. Essa parte de só São Paulo ter times fortes, só times de São Paulo que chegam à final e ganham tem que começar a mudar isso”, declarou.
Referência durante quase 20 anos dentro da Seleção feminina, a soteropolitana vem na contramão da maioria dos atletas de futebol. Ela conta que já recebeu várias propostas para deixar o país, mas tem a preferência de ficar por aqui.
“Eu falei para as meninas, mesmo as aqui da Seleção, que é na dificuldade que a gente cresce. Eu inúmeras vezes já tive proposta de sair e falei: ‘vou continuar, vou tentar do meu jeito’. Ajudar com que essas meninas continuem acreditando que podem sim ter a chance de mudar de realidade, o que a gente sempre sonhou em ter”, finalizou.
