Brasil pede uso de vídeo no futebol e será pioneiro na medida
Por Edimário Duplat
Segundo informações do jornal O Globo, dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) viajarão para a Europa na próxima semana, onde pretendem aprovar frente a International Football Association Boad (IFAB) o uso do árbitro de vídeo (AV) em jogos da Série A do Campeonato Brasileiro da Série A de 2016.
Esta não é a primeira vez que os brasileiros pleiteiam o uso deste recurso. Entretanto, em 2015, o pedido foi negado pela Fifa e agora vai levar o pedido a IFAB, que votará sobre o caso na Reunião Geral da entidade, no dia 5 de março.
O comitê da Confederação vai até Londres na próxima terça-feira (23), onde apresentará e debaterá o projeto. Depois, no dia 29, uma segunda rodada de reuniões iniciará os ajustes finais da proposta, que será votada em Cardiff, no País de Gales.
Além do Brasil, nove países se candidataram para o uso da AV. Entretanto, só Brasil, Estados Unidos e Holanda tiveram as suas matrizes de projeto consideradas aptas. A tendência é que uma fusão entre as propostas seja efetuada.
O AV funciona da seguinte maneira: Caso um lance que altere o resultado do jogo ocorra fora do campo de visão do juiz, o árbitro de vídeo é acionado para revisar o lance e se comunica com o árbitro de campo por meio de rádio, sem que haja interrupção e somente quando existir absoluta convicção da correção de um erro ou agressão através do recurso.
Casos em que a existir dúvida sobre a bola ter entrado no gol, pênaltis não serem marcados e casos de violência, serão os único em que se provocará a paralisação do confronto para consulta do AV.
O árbitro de vídeo atuará em uma cabine privada na companhia de um técnico de imagem e terá a possibilidade de replay imediato e visão geral do campo a olho nu. A estimativa de custo do projeto é de R$ 12 milhões e será utilizada em todos os jogos da Série A do Brasileirão.
Esta não é a primeira vez que os brasileiros pleiteiam o uso deste recurso. Entretanto, em 2015, o pedido foi negado pela Fifa e agora vai levar o pedido a IFAB, que votará sobre o caso na Reunião Geral da entidade, no dia 5 de março.
O comitê da Confederação vai até Londres na próxima terça-feira (23), onde apresentará e debaterá o projeto. Depois, no dia 29, uma segunda rodada de reuniões iniciará os ajustes finais da proposta, que será votada em Cardiff, no País de Gales.
Além do Brasil, nove países se candidataram para o uso da AV. Entretanto, só Brasil, Estados Unidos e Holanda tiveram as suas matrizes de projeto consideradas aptas. A tendência é que uma fusão entre as propostas seja efetuada.
O AV funciona da seguinte maneira: Caso um lance que altere o resultado do jogo ocorra fora do campo de visão do juiz, o árbitro de vídeo é acionado para revisar o lance e se comunica com o árbitro de campo por meio de rádio, sem que haja interrupção e somente quando existir absoluta convicção da correção de um erro ou agressão através do recurso.
Casos em que a existir dúvida sobre a bola ter entrado no gol, pênaltis não serem marcados e casos de violência, serão os único em que se provocará a paralisação do confronto para consulta do AV.
O árbitro de vídeo atuará em uma cabine privada na companhia de um técnico de imagem e terá a possibilidade de replay imediato e visão geral do campo a olho nu. A estimativa de custo do projeto é de R$ 12 milhões e será utilizada em todos os jogos da Série A do Brasileirão.
